sexta-feira, 24 de novembro de 2017

QUESTÕES ABSURDAS....

DEPOIS DE TANTO TRABALHO "PRO BONO" quem andou a inventar mentiras, mesmo em cima da hora da bênção da primeira pedra, junto da Câmara , depois de estar PROMETIDA a licença de construção e aprovados os projectos de pormenor (mais de 100.000€), levando aquela a pedir a opinião superior dos monumentos nacionais?
Quem lucra com isto? Quem meteu na cabeça dos Confrades do Bom Jesus (serão mesmo confrades ou conjuras?) que a criação de um lar lhes iria tirar clientela? Não deveria ser precisamente o contrário com as visitas aos internados no lar?
"Entendam-se com suas reverências"! Há alguém, dentro da Igreja de Jesus Cristo, que tenha prazer em provocar divisões maldosas? Temos os nossos inimigos dentro de portas?
Mas será, como dizia o falecido Capitão Brito, que no inferno há uma sala forrada com carecas de padres? Alguém nos consegue informar da razão pela qual as entidades religiosas e afins não conseguem ter, connosco, um diálogo aberto e franco para terminarem com a farsa de "confiar e desconfiar" ao mesmo tempo, nas pessoas a quem dá posse para levar a termo uma tarefa tão complexa quanto esta?
A história encarregar-se-á de fazer luz sobre estes mistérios que só podem ter a mão do diabo.

A direcção foi empossada


Os corpos gerentes foram aprovados


Os estatutos foram aprovados



quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Não poderão dizer que nos faltou iniciativa para preservar lugares "sagrados"

Braga, 21 de Junho de 2017

Ex.mo Senhor
Dr. Luis Rufo


Os nossos respeitosos cumprimentos.
A Fundação Casa da Irmã Lúcia-Vidente de Fátima (FCIL-VF),  foi empossada pelo Sr. Arcebispo D. Jorge Ortiga (em 2 de Junho de 2016), na presença das Irmãs Carmelitas do Bom Jesus e do Rev. Padre Provincial, com uma missão:
Construir um memorial à Irmã Lúcia na Quinta Fonte Pedrinha- Bom Jesus, na casa e terreno a ela doado pela família Pestana de Vasconcelos. No próximo dia 15 de Julho será benzida a primeira pedra pelo Sr. D. Jorge Ortiga.
Acontece que a memória e a grandeza da Vidente de Fátima, nesta cidade de Braga, não se limita à casa do Bom Jesus. O Sr. D. José Alves Correia, bispo de Leiria, convidava-a, bem como à sua mãe a passar férias na Quinta da Formigueira onde ainda existe o altar onde o Sr. D. José celebrava e onde a Vidente recebeu o sacramento do Crisma. Foi aí, também, que ela pediu à mãe para seguir a vida religiosa.
Trata-se, portanto, de um local que diz muito a esta Fundação que, de modo algum, deve descurar algo que nesta cidade de Braga diga respeito à Vidente de Fátima. Daí a nossa intenção (que já conhece) de complementar a obra do Bom Jesus com a casa da Quinta da Formigueira, local que consta das memórias escritas da Irmã e que vem narrada em inúmeras publicações bibliográficas.
É nossa intenção adquirir a referida quinta ligando, assim a quinta Fonte Pedrinha (Bom Jesus) com a Quinta da Formigueira (Frossos), memórias vivas nesta cidade de Braga da Irmã Lúcia de Jesus.
Para fazermos uma proposta devidamente fundamentada é indispensável o acesso ao terreno para:
a)
b)


Logo que fiquemos com o conhecimento daquilo que querem vender e nós queremos comprar, apresentaremos a proposta definitiva e as condições de pagamento.


Dr. Luis Rufo
Rua Francisco Duarte, 106-110, 1º
Sala 10
-->
4715-018- Braga

Credencial passada à Superiora

Para que nada fique oculto para os vindouros

"Casa da Lúcia" testemunha presença da vidente em Braga
RELIGIÃO | 16 DE FEVEREIRO DE 2005
A Irmã Lúcia teve um papel fundamental na fixação das Carmelitas Descalças em Braga. A "Casa da Lúcia", sita no Bom Jesus, foi, durante quatro anos, o refúgio de veraneio predilecto da vidente de Fátima.
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Doada às carmelitas pela família Pestana de Vasconcelos, do Porto, o edifício albergou as religiosas durante dez anos, até que estas se fixaram nas novas instalações construídas a cerca de quinhentos metros. A Irmã Maria da Paz de Cristo, Madre Prioresa do Convento das Carmelitas Descalças, no Bom Jesus, referiu ao Diário do Minho que a «Irmã Lúcia era muito próxima daquela família portuense. Por isso, doaram a casa ao Carmelo de Coimbra e, com a dispensa de diversas carmelitas do Porto, fundou-se o convento no Bom Jesus». A responsável, que viveu com a vidente durante oito anos, em Coimbra, recordou que «a Irmã Lúcia contava que existia um mirante no Bom Jesus, onde ela se sentava e apreciava a cidade de Braga. Durante as obras, realizou um trabalho assinalável e deu inúmeras sugestões aos arquitectos que acompanharam a remodelação. D. Francisco Maria da Silva, Arcebispo de Braga, também acompanhou de perto a adaptação da casa ao Carmelo, pois ambos mantinham uma relação muito próxima». Depois de regressar ao carmelo conimbricense e terminadas as obras, «a Irmã Lúcia chegou ao Bom Jesus um dia antes da sua inauguração e ajudou a ornamentar a capela. No final da cerimónia, regressou a Coimbra e nunca mais retornou a Braga», conta a carmelita, que acrescentou que «as ajudas foram recolhidas, em boa parte, por alguns amigos que ela conhecera em Espanha». Nessa altura, colocou-se a possibilidade de a Irmã Lúcia trocar o Carmelo de Coimbra pelo de Braga. Porém, a opinião dos bispos portugueses foi contrária e esta permaneceu junto às margens do rio Mondego. A madre Prioresa contou que a construção do convento actual se deveu à falta de condições - que a "Casa da Lúcia" passou a oferecer. «Havia muito ruído provocado pelos automóveis. Porém, a Câmara Municipal não deixou fazer as obras de ampliação necessárias e, assim, tivemos de pensar numa nova construção. O espaço resultou da compra e doação de diversas parcelas de terreno», explicou a responsável, que não deixou de destacar o empenho do padre Luís Kondor, vice-postulador para a canonização dos Pastorinhos de Fátima, e D. Eurico Nogueira, Arcebispo Emérito de Braga, na angariação de fundos alemães, provenientes da "Misereor", instituição ligada à Conferência Episcopal germânica. Entretanto, a Irmã Maria da Paz de Cristo revelou que a Irmã Lúcia já tem uma substituta, pois a disciplina interna da congregação permite apenas 21 religiosas em cada convento. Trata-se de uma jovem enfermeira de 25 anos de idade, que, em princípio, ingressa no Carmelo de Coimbra, no dia 19 de Fevereiro. Crismada em Frossos A relação da Irmã Lúcia com a região de Braga não se cinge somente ao Carmelo do Bom Jesus. A vidente foi crismada no dia 24 de Agosto de 1925, na Quinta da Formigueira, em Frossos, pelo então bispo de Leiria, D. José Alves Correia da Silva. O DM conversou com o padre Fernando Leite, especialista no fenómeno de Fátima, que contou que a Irmã Lúcia, depois de ter saído de Fátima, em 1921, internou-se no Instituto Van Zeller, no Porto, também chamado de Asilo de Vilar. «Aí viveu durante quatro anos a estudar e a preparar-se para a vida futura. Como não podia ir à sua terra, como as outras alunas, passava as férias grandes na casa da família Pestana de Vasconcelos, junto ao Hotel do Elevador», contou o religioso. «Em Agosto de 1925, o bispo de Leiria veio descansar na sua Quinta da Formigueira e convidou Lúcia e a sua mãe a passarem uns dias na sua companhia. Na sua capela particular, administrou o Sacramento do Crisma a Lúcia», explicou o padre Fernando Leite, que recebeu algumas cartas da religiosa. Aliás, o jesuíta possui um espólio da iIrmã Lúcia digno de registo. O sacerdote contou ao DM que conversou uma vez, em Coimbra, com a religiosa e achou que se tratava de «uma pessoa inteligente e com uma memória espantosa. Para além disso, escrevia maravilhosamente bem, apesar de não ter muitos estudos».
AUTOR: Alexandre Gonçalves