segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Bem-aventurada Irmã Lúcia

Querida Irmã:

As coisas não correm de feição.
O Eng. Manuel Sousa, eu e várias outras pessoas temos, durante todos estes anos - mais de dez- teimado em fazer-te a vontade no que se refere à casa da Quinta da Fonte Pedrinha. Ninguém acredita em nós. Depois de organizada a Associação e de o projecto ter sido aprovado (há quase seis anos!) surgem desconfianças sobre a nossa idoneidade por parte do Padre Provincial e das tuas queridas irmãs. Tudo parou. Nós, porém, continuamos a acreditar na tua causa. Como não encontraram ninguém capaz de arrancar com o projecto voltaram-se, novamente, para nós que metemos mãos à obra. Em vez de Associação passou a ser Fundação de Direito Canónico e, em 2 de Junho de 2016, fomos empossados pelo Sr. Arcebispo. Começamos a tratar, então, dos projectos da especialidade e a procurar investidores para a realização da obra. Tudo estava a correr bem quando, quase no fim do ano, tomamos conhecimento de que o processo se tinha perdido na Câmara indo parar ao arquivo morto. És testemunha- agora vês tudo e sabes tudo o que é desconhecido dos mortais- como nós não assinamos nenhum documento de desistência do projecto. Quem seria, então?
Depois de recorrer a muitos amigos conseguiu-se a sua reabilitação. Fizeram-se e entregaram-se os planos das especialidades em que gastamos mais de 100.000 euros. Estávamos mesmo muito contentes e estabelecemos o dia 15 de Julho para bênção da primeira pedra.
Entretanto não descansávamos enquanto não adquiríssemos a casa onde foste crismada: a Quinta da Formigueira. Logo que souberam (quem?) que estávamos interessados no negócio surgem contratempos, fecham-se portas e promessas, e surgem mais dúvidas e desconfianças a nosso respeito, desta feita vindas do Prelado: mas será que vocês têm capacidade financeira para levar àvante este projecto? - escrevia ele em carta que nos enviou. Não fazia falta esta machadada!!! Também os interesses mesquinhos da Confraria do Bom Jesus e os conselheiros de S. Ex.cia Rev.ma contribuiram para o defraudar das nossas esperanças: estávamos a fazer concorrência aos hotéis do Bom Jesus!!! Sabes, querida Irmã, que nunca foi essa a nossa intenção. Somente queríamos algo de auto-sustentável para ressarcir os investidores, para dar uma pequena porção de aluguer às Carmelitas e para reservar uma fatia para cumprir os objectivos que traçastes para aquele edifício.
Só complicações.
A licença de construção e aprovação do projecto já tinha acontecido 5 anos atrás. Mudou, entretanto, o PDM que limitava a capacidade de construção para aquela zona. A promessa de concretizar o projecto, apesar disso, manteve-se. Mas.... A nossa vida está muitas vezes limitada a um "mas". Neste caso foi o Vereador Melo Bandeira. Achou, para fazer birra ao arcebispo, que devia arrastar o processo e decidiu pedir um parecer ao IGESPAR que, segundo consta, vai ser negativo.
Será caso para perguntar: fomos nós, Senhor, que pecamos ou foram outros por nós?
E a ti, Irmã Lúcia, também perguntamos: queres ou não que façamos um memorial à tua presença em Braga para recordar as tuas virtudes espirituais e o teu exemplo de verdadeira filha de Deus e de Maria?
Diz qualquer coisa e consola os que por aqui se sentem desamparados.
Saudades do céu.

domingo, 27 de julho de 2014

UM CAMINHO SOB O OLHAR DE MARIA

É este o título da última obra publicada sobre a vida da Irmã Lúcia, Vidente de Fátima.
Já conhecia bastante bem toda a história das aparições e das personagens intervenientes. A leitura atenta deste livro veio trazer-me algo de novo, embora não totalmente desconhecido. Impressionou-me (e considero muito natural) todo o sofrimento que ela passou com os inúmeros interrogatórios das mais variadas autoridades; com os incómodos de inúmeras visitas e curiosos que perturbavam a paz e o silêncio que residia na sua alma; a necessidade, mais que justificada mas dolorosa, de ter de abandonar Fátima- a sua terra- e ir para um convento; as contrariedades de andar de convento para convento (de Tuy para Pontevedra) ainda que justificadamente pois as ordens religiosas haviam sido expulsas pelos republicanos; a sua ânsia de se tornar Carmelita durante mais de 25 anos e de só o ter conseguido depois de muita insistência junto de Bispos e dos Papas; a sua dolorosa batalha para que o Papa consagrasse, em união com todos os Bispos do mundo, a Rússia a Nossa Senhora; o martírio da espera de uma alma, que vira a beleza do céu aos dez anos , mas só "algum tempo depois"- quase com 98 anos, é que lhe foi permitido concretizar o sonho/certeza de gozar em definitivo a beleza e felicidade da glória celestial.
Na década de sessenta surgiu a ideia de formar novas comunidades Carmelitas. Em 1963 foi visitada pela sua grande amiga D. Maria Eugénia Pestana que lhe falou de sua tia, D. Maria José Vasconcelos, amiga da Irmã Lúcia, tendo abordado a Quinta da Fonte Pedrinha, no Bom Jesus, como possível casa de um novo Mosteiro, lugar onde Lúcia havia passado várias vezes ainda jovem. A D. Maria Eugénia perguntou-lhe se lhe interessava a quinta. Lúcia respondeu que para ela não, mas para um novo Carmelo estaria bem se a quisesse deixar. A Senhora D. Maria José Vasconcelos fez, então, a oferta da quinta. Logo a Irmã Lúcia se desdobrou em contactos, elaborou a planta de adaptação da casa e deslocou-se sete vezes ao Bom Jesus (a última foi em 1970) para orientar as obras no edifício que se haveria de chamar Carmelo da Imaculada Conceição. No dia 2 de Maio desse ano já aí ficaram quatro irmãs a residir. Escreveu a Irmã Lúcia a esse respeito: "Mais um Carmelo é mais uma luz a brilhar no meio das trevas do mundo a indicar o Céu, uma ascensão para o sobrenatural, para Deus vivo, criador e senhor supremo de todas as coisas, princípio e fim da nossa própria existência..." Continua: "Foi para mim uma alegria imensa que Nosso Senhor se tivesse querido servir desta pobrezinha para abrir-Lhe de novo aquele sacrário e colocá-lo sobre aquele mesmo altar.... "


Esta nota vem complementar outras que já foram escritas neste blogue. Convém referir o carinho que a Vidente tinha pelo Bom Jesus e pela Quinta da Formigueira onde foi crismada.



domingo, 9 de fevereiro de 2014

APRESENTAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO À COMUNICAÇÃO SOCIAL

(Cerimónia de Apresentação Pública da Associação, em 10 de Março de 2007)
Exmo. e Reverendíssimo Senhor Arcebispo Primaz,
Exmo. Senhor Presidente da Câmara,
Reverendo Senhor Padre Provincial
Prioresa do Carmelo, Madre Maria da Paz de Cristo,
Exmos. Senhores Convidados,
Em meu nome pessoal e na qualidade de Presidente da Direcção da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, os meus sinceros agradecimentos pela vossa presença.
Apoio esta Comunidade Religiosa Carmelita há já alguns anos, dando sempre graciosamente o meu contributo e o meu tempo disponível para as apoiar naquilo de que da minha prestação depender.
Foi decorrente desta situação que, conjuntamente com esta Comunidade Carmelita, decidimos fazer algo pela Casa da Quinta da Fonte Pedrinha, propriedade deste Carmelo: como sempre, dei o melhor de mim mesmo, na busca de uma solução que fosse a mais adequada, tendo em conta a sua origem, a quem pertencia, a sua história e a sua localização.
Eis aqui a singela e simples história do caminho já até aqui percorrido:
- Este Carmelo é uma Comunidade de Religiosas de Clausura, de Vida Contemplativa e vive exclusivamente das ajudas dos seus amigos e beneméritos, das pensões sociais das Irmãs Idosas em idade de reforma e de trabalhos pouco remunerados.
- Teve esta Comunidade o particular privilégio de ser herdeira da Casa da Quinta da Fonte Pedrinha, propriedade doada à saudosa Irmã Lúcia, pela ilustre Família Pestana de Vasconcelos.
- Esta casa serviu várias vezes de residência à nossa querida Irmã Lúcia e nela nasceu a fundação desta Comunidade Carmelita.
- Por razões de classificação deste imóvel, as obras necessárias à sua ampliação e adaptação a mosteiro, para alojamento do número de religiosas então aí a residir e, portanto, à vida desta Comunidade, não puderam ser autorizadas, tendo sido necessária a construção de raiz de um edifício novo para esse fim, esta casa onde nos encontramos.
- A construção deste mosteiro foi concluído em 1980, tendo a casa da Irmã Lúcia ficado sem utilização a partir dessa data, consequência que criou alguns encargos com a sua manutenção, situação que ainda prevalece actualmente.
- Estávamos nós a conjecturar sobre a melhor ideia para o melhor destino e utilização do imóvel, quando acontece a partida da nossa saudosa Irmã Lúcia. Já tínhamos concluído pela ideia de a destinar a um local para fins sociais, de apoio a idosos, talvez! Contudo e posteriormente ao seu desaparecimento físico, para alegria e surpresa nossa, a Madre descobriu nos arquivos deste Carmelo a manifestação expressa da sua vontade, da sua intenção acerca do destino e da utilização desta casa.
- Em resumo e traduzindo aqui por palavras minhas, escreveu a Irmã Lúcia: “…, que seja nela instalada actividade cujos objectivos sejam o Bem Fazer na Pratica Religiosa Cristã, Espiritual, Social e Material, ou qualquer outro fim enquadrável nestes valores e que respeite os princípios do local onde se situa, o Bom Jesus de Braga, bem como a ligação a esta Comunidade Carmelita”.
- É claro que tínhamos de imediatamente pôr mãos à obra! Assim o fizemos e, no escrupuloso respeito pela sua vontade expressa, temos hoje fundada a “Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima”, cujos objectivos estão já consagrados estatutariamente e são“O Bem-fazer na Prática religiosa Cristã, Espiritual, Social e Material, ou qualquer outro fim enquadrável nestes valores e o seu âmbito de acção é nacional”.

- Esta Associação, cujos sócios fundadores são maioritariamente religiosas carmelitas deste mosteiro, para além dos objectivos futuros aqui enunciados, tem por objectivo imediato a reconversão do espaço físico da casa, de forma a adaptá-lo ao cumprimento dos objectivos futuros a que se propõe estatutariamente.
- Em passo sequente procedemos ao levantamento físico e técnico do edifício e, dentro dos condicionalismos legais impostos pela regulamentação aplicável, já elaboramos o pré-estudo do projecto de arquitectura.
- Este projecto destina-se, numa primeira fase, à conversão e utilização do espaço existente, para: o atendimento e acolhimento de pessoas idosas; a ajuda interna ou externa a pessoas carenciadas na saúde e na doença e, ainda, prestação de assistência espiritual. O projecto já foi submetido à apreciação dos serviços técnicos do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Braga, de quem aguardamos deferimento positivo, para imediatamente avançarmos para os passos seguintes, até ao licenciamento das obras.
- Uma vez chegados aqui, tendo em conta o valor das obras de reabilitação, restauro e adaptação do edifício, como angariar cerca de Um milhão de Euros necessários?
- De facto, para obra tão grande só com grandes ajudas de grandes beneméritos! Acreditamos e nesse sentido pedimos para que nos ajudem a levar a cabo esta obra, este projecto, pois, além da função social que cumprirá, respeitaremos de facto a vontade expressa da Irmã Lúcia, e perpetuaremos o seu nome através desta Casa, desta Associação.
- Certamente que a nossa saudosa Irmã Lúcia onde está, ficará muito feliz por esta nossa atitude e reconhecerá a nossa dedicação e a ajuda que os nossos benfeitores ou beneméritos nos darão.
Que Deus a todos nos abençoe e continue a iluminar e a proteger no enfrentar da nossa caminhada da vida, para esta e todas as obras e responsabilidades que por destino nos coube e caberá ainda nas nossas vidas.
Um bem-haja a todos e muito obrigado pela vossa presença.
Carmelo de Braga, 10 de Março de 2007
Manuel da Silva e Sousa
(Presidente da Direcção)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

UMA HISTÓRIA LONGA E O SEU FIM

ACTAS DESDE O INÍCIO DA ASSOCIAÇÃO CASA DA IRMÃ LÚCIA




Nome: Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima
Morada: Estrada do Bom Jesus, nº 100
Localidade: 4715-261 Tenões – Braga


C.A.E: 85313                                      Nº Pessoa Colectiva: 507804597
                                                           



Identificação




Há-de servir este livro de Actas à Assembleia-Geral da
Associação Casa da Irmã Lúcia - Vidente de Fátima.

Este termo vai ser assinado pelo Presidente da Mesa da Assembleia-Geral.



O Presidente da Mesa da Assembleia-geral,


______________________________________________



Leva no fim o Termo de Encerramento.

Braga, 29 de Novembro de 2006.

Termo de Abertura


ACTA NÚMERO UM
_______Aos dez dias de Setembro do Ano de dois mil e seis, pelas vinte e uma horas, no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus, Braga, reuniram-se pela primeira vez todos os Associados fundadores da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, registada sob o número de pessoa colectiva 507804597, com a seguinte ordem de trabalhos:
  1. Apresentação aos Associados:
A reunião teve início com uma oração conduzida pela Madre Maria da Paz de Cristo. O Sr. Presidente Eng. Manuel de Sousa fez uma breve introdução à reunião e relembrou os propósitos da Associação. A Madre leu a carta da Irmã Lúcia, Vidente de Fátima, onde esta manifestou a sua vontade relativamente ao destino da casa. Foi vontade da Irmã Lúcia que a casa fosse alugada a uma ordem religiosa ou explorada por uma entidade que nela desenvolvesse uma actividade de cariz social. Foi reiterado o propósito da Associação em respeitar a vontade da Irmã Lúcia e dar à casa um destino que a dignifique e honre a memória da Irmã Lúcia. Seguiu-se a apresentação dos associados, tendo sido distribuído por todos os presentes uma folha com os contactos telefónicos.
  1. Aprovação dos Estatutos:
Procedeu-se à aprovação dos estatutos pelos associados fundadores. Os associados assinaram os estatutos e rubricaram todas as folhas.
  1. Angariação de Fundos:
Foi discutido entre os associados a estratégia a seguir relativamente à angariação de fundos. Os associados disponibilizaram-se a recolher uma lista de personalidades a quem será enviada uma carta a solicitar apoio para as obras de reconversão/restauro do edifício. Foi discutida a possibilidade de organizar um evento. A Madre referiu que o Presidente da Câmara, Eng. Mesquita Machado, havia manifestado vontade para ajudar e disponibilidade para receber a Associação. Ficou decidido aproveitar o encontro com o presidente Mesquita Machado para lhe pedir que a Câmara disponibilizasse um espaço onde se pudesse organizar o evento. Falou-se ainda da possibilidade de convidar cantores conhecidos que estivessem dispostos a colaborar na angariação de fundos.
  1. Apresentação do Projecto
5.     O Sr. Presidente da Associação apresentou do projecto aos associados: as obras necessárias à adaptação do edifício para o funcionamento de um lar de idosos e os trâmites legais necessários para a sua aprovação. O Sr. Vice-Presidente Dr. Pedro Guimarães teve a oportunidade de apresentar o projecto social, com indicação das várias valências que poderão vir a ser implementadas.
  1. Logótipo da Associação
Foi discutida a criação de um logótipo da Associação a ser utilizado na correspondência e documentos oficiais da Associação.
  1. Periodicidade das Reuniões
Ficou decidido que as reuniões dos associados tivessem periodicidade mensal. Com o intuito de interferir o mínimo possível no ritmo da Comunidade, foi decidido que a madre se encarregaria de representar as Carmelitas nas reuniões, agindo como sua interlocutora.
  1. Fundo de Maneio
A Sra. D. Maria Alice ofereceu à Associação as despesas que teve com a escritura da Associação. Os Associados presentes acordaram em contribuir com 21€, cada um, para a criação de um fundo de maneio para fazer face às despesas da Associação.
Nada mais havendo a tratar, foi pelo presidente declarada encerrada a sessão, dela se tendo lavrada a presente acta. Na reunião seguinte será lida aos associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da mesa e respectivos Vogais.


ACTA NÚMERO DOIS
_____Aos vinte e seis dias de Novembro do Ano dois mil e seis, pelas vinte horas, no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus, Braga, reuniram-se os Associados fundadores da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, registada sob o número de pessoa colectiva 507804597, com a seguinte ordem de trabalhos:
  1. Abertura da reunião:
O Sr. Presidente da Comissão Instaladora iniciou a reunião da Assembleia com a apresentação da ordem de trabalhos.
  1. Projecto de arquitectura:
O Sr. Presidente comunicou aos Associados que o projecto de arquitectura ia ser entregue na Segurança Social, para aprovação. Informou ainda que só após a prévia aprovação deste organismo, o projecto será submetido à aprovação da Câmara Municipal de Braga e, por via desta, seriam recolhidos os pareceres obrigatórios, necessáriamente favoráveis, dos Bombeiros e da Delegação de Saúde. Estas entidades poderão sugerir, entretanto e ainda, alterações ao aludido projecto. A divisão do edifício foi elaborada mediante o que é permitido nos termos da legislação aplicável aos lares de idosos. O projecto define em pormenor os pisos dos quartos e rés-do-chão. Relativamente ao destino a dar ao piso dos penedos será discutido posteriormente. Ficou agendada uma visita ao edifício, Quinta da Fonte Pedrinha, Domingo, dia 03 de Dezembro às 3 horas, para que os associados o conheçam e se possa discutir as obras no local.   
  1. Reunião com Dr. Alfredo Cardoso:
O Sr. Presidente falou da reunião tida com Dr. Alfredo Cardoso, chefe de gabinete do Sr. Presidente da Câmara de Braga, em quem o Sr. Presidente da Câmara, Sr. Eng. Mesquita Machado, delegou os contactos. Na reunião o Dr. Alfredo Cardoso falou da possibilidade de apresentar candidatura aos programas PARES, a decorrer em Janeiro 2007, e ao PIDDAC, a decorrer em Março de 2007. O Dr. Alfredo Cardoso mostrou disponibilidade em ajudar com a candidatura mas lembrou que seria primordial realizar um estudo que claramente estruture o projecto social a ser apresentado em sede de candidatura. O Sr. Presidente é da opinião que se proceda à candidatura a estes programas e que Dr. Pedro Guimarães e Dra. Andreia Sousa comessem a trabalhar na preparação do estudo de viabilidade do projecto.
Por parte da Assembleia foram pedidos alguns esclarecimentos relativamente ao projecto social da Associação e à mensagem que irá ser transmitida às pessoas aquando da angariação de fundos. Foi relembrado que o propósito da Associação é a recuperação do edifício que se encontra em degradação e cujas obras envolvem custos significativos, bem como desenvolver no edifício uma actividade de cariz social, que o dignifique e permita gerar rendimento suficiente para a sua remodelação e no futuro assegure a sua manutenção e uma renda para o Carmelo, dono do edifício. Será este o destino do dinheiro que eventualmente se irá angariar no peditório e por sua vez a mensagem que se irá fazer chegar às pessoas.
Por parte da Assembleia foi manifestada a preocupação pelo facto de ser importante esclarecer as pessoas que se disponham a ajudar com contribuições financeiras para o projecto, sem ambiguidades e desvios de propósitos. Foi esclarecido que a candidatura poderá ser ou não aprovada e que, a obter-se uma aprovação, o financiamento nunca será para a totalidade das despesas e que só serão financiadas despesas efectivamente pagas. Por isso, será necessário angariar fundos, pelo menos para dar início às obras, pelo que não é viável esperar pelo financiamento e só depois fazer o peditório.
  1. Apresentação pública da Associação
Foi criada uma equipa de trabalho, liderada pela Sra. D. Maria Alice e esta convidou para a equipa a Dra. Arminda Melo e o Sr. Abílio Araújo, Dr. Pedro Guimarães e Sr. Dr. Carlos Barbosa, para a organização da apresentação pública da Associação. A apresentação pública da Associação será feita na Assembleia da capela do Carmelo. Pretende-se convidar cerca de 100 pessoas ligadas ao mundo empresarial, universidade, cultura e igreja. A apresentação pública será organizada com a colaboração e conjuntamente com o Sr. Presidente da Câmara, Eng. Mesquita Machado, que delegou essa organização no seu chefe de gabinete, o Dr. Alfredo Cardoso. Para o efeito e para o início dos trabalhos foi agendada uma reunião com o Dr. Alfredo Cardoso com o objectivo de definir os primeiros passos e a metodologia a seguir. 
  1. Lista de pessoas a contactar
A Sra. D. Maria Alice entregou à Madre Maria da Paz de Cristo uma lista de personalidades a quem será enviada uma carta a solicitar apoio para as obras de reconversão/restauro do edifício.
  1. Página na Internet da Associação
Foi definida a criação de uma página na Internet para a divulgação do projecto da Associação.
  1. Nomeação dos corpos gerentes
Foi abordada a possibilidade da nomeação dos órgãos estatutários nos termos definidos nos estatutos da Associação na próxima reunião dos membros fundadores.
Nada mais havendo a tratar, foi pelo presidente declarada encerrada a sessão, dela se tendo lavrada a presente acta. Na reunião seguinte será lida aos associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da mesa e respectivos Vogais.


ACTA NÚMERO TRÊS
______Aos vinte e nove dias de Dezembro do Ano de dois mil e seis, pelas vinte horas, no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus, Braga, reuniram-se os Associados fundadores da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, registada sob o número de pessoa colectiva 507804597, com a seguinte ordem de trabalhos:
  1. Abertura da reunião:
A reunião da Assembleia deu início com a leitura da acta anterior e a apresentação da ordem de trabalhos pelo Sr. Presidente da Comissão Instaladora.
  1. Apresentação da Lista para os Órgãos da Associação e a sua Submissão à Votação:
O Eng. Manuel Sousa apresentou a lista dos órgãos da Associação, Mesa da Assembleia-Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal, para o triénio 2007 a 2010, conforme o definido nos estatutos da Associação:
Mesa da Assembleia-Geral:
1 -    Presidente: Padre Miguel Ângelo Oliveira da Costa.
2 -    1º Secretário: Irmã Maria das Neves.
3 -    2º Secretário: Irmã Maria da Purificação.
Direcção da Associação:
1 -    Presidente: Eng. Manuel da Silva e Sousa.
2 -    Vice-Presidente: Dr. Pedro Miguel Carvalho Guimarães.
3 -    Secretário: Dra. Andreia Alves Sousa.
4 -    Tesoureiro: Irmã Maria da Paz de Cristo (Maria Adelina Pereira Silvão).
5 -    Vogal: Sra. D. Maria Alice Ramoa da Silva.
Conselho Fiscal:
6 -    Presidente: Dra. Arminda Maria Braga de Melo.
7 -    1º Vogal: Padre Pedro Ferreira (Provincial dos Carmelitas Descalços).
8 -    2º Vogal: Sr. Francisco Abílio Fernandes de Araújo.
Esta foi a única lista apresentada à Assembleia para votação.
A Sra. D. Maria Alice e a Dra. Arminda Melo exprimiram a sua preocupação quanto à sua disponibilidade para o exercício dos cargos. Os associados presentes reconheceram que a participação da Sra. D. Maria Alice e da Dra. Arminda são fundamentais neste arranque da Associação e que pela sua experiência são as pessoas mais indicadas para os cargos que lhes foram atribuídos. Foi discutido entre os associados a necessidade da admissão de novos associados efectivos, mas, até que tal aconteça, será necessário um esforço adicional e espírito de inter ajuda entre todos os actuais associados fundadores.
A lista proposta foi aprovada pela Assembleia por aclamação, sendo-lhe conferida posse de imediato.
  1. Admissão de Novos Membros:
A Prioresa ficou de apresentar uma lista de beneméritos que contribuíram com donativos ou se propuseram fazer obras relevantes, para que a Assembleia possa votar a sua admissão como associados honorários.
A Assembleia estabeleceu uma jóia de 60,00€ (sessenta euros) e uma quota mensal de 5,00€ (cinco euros) para os novos associados efectivos. Foi decidido que durante os próximos seis meses seriam admitidos seis novos associados efectivos. Os actuais associados, através do contacto pessoal, deverão convidar pessoas que comunguem dos princípios defendidos pela Associação. Neste sentido, deverão ser promovidos encontros com os proponentes, para que tomem conhecimento da Associação, dos seus projectos e dos associados existentes, para posteriormente serem propostos para admissão em conformidade. 
  1. Logotipo da Associação:
Foram sugeridas algumas alterações relativamente ao tamanho de letra, cores à versão final do logótipo da Associação.
  1. Apresentação Pública da Associação:
Foram discutidos os pormenores da a apresentação pública da Associação discutidos com o Dr. Alfredo Cardoso: a altura em que seria realizada, quem iria falar e durante quanto tempo, o número de pessoas a serem convidadas e as notas a serem enviadas à imprensa.
  1. A Inscrição na Comissão Inter Freguesias do Monte do Sameiro:
O Padre Miguel Ângelo falou à Assembleia da existência da Comissão Inter Freguesias do Monte do Sameiro e de que esta Comissão foi criada no sentido de dar apoio social às freguesias que a constituem. Esta Comissão já realizou um levantamento de necessidades sociais para a região. Como a inclusão da nossa Associação nesta comissão potencia a defesa dos mútuos interesses e objectivos, foi decidido inscrever-nos na Comissão e apresentar-lhe o projecto que está a ser desenvolvido.
Nada mais havendo a tratar, foi pelo presidente declarada encerrada a sessão, dela se tendo lavrada a presente acta. Na reunião seguinte será lida aos associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da mesa e respectivos Vogais.


ACTA NÚMERO QUATRO
_____Aos  vinte oito dias de Março do Ano dois mil e sete, pelas vinte  horas, no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus, Braga, reuniram-se os Associados fundadores da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, registada sob o número de pessoa colectiva 507804597, com a seguinte ordem de trabalhos:
1.     Abertura da reunião:
A reunião da Assembleia deu início com a leitura da acta anterior e a apresentação da ordem de trabalhos pelo Sr. Presidente da Mesa da Assembleia-geral.
2.     Apresentação e aprovação do relatório e contas do exercício de 2006
 Foram apresentadas e aprovadas pela Assembleia as contas da Associação para o exercício de 2006, tendo-se apurado um resultado negativo de 67,32 euros, um total de activos no montante de 538,80€ e um passivo no montante de 606,12€.
3.     Admissão de novos Associados
Foram apresentados e propostos para serem aceites como associados honorários, as seguintes pessoas:
·     Dr. Hélder Fernando Antunes Geraldo Apóstolo
Rua de Timor, 14, 4º Esquerdo
4710 – 505 Braga       
·     Sr.  Fernando Palmeira Ferreira
Quinta de Barros, Gualtar
4710  Braga
·     Sra. D. Maria Eduarda Monteiro Silva Gonçalves
Rua de S. José, 94 – 5º Direito
4710 436   S. Victor  – Braga
·     Sr. Professor António Costa Gomes
Rua 25 de Abril, 216   C
      4710 – 914 Braga
Proposta a votação, foram aceites por unanimidade.
4.     Liga de Amigos da Associação
No sentido de ajudar na angariação de fundos, foi acordada a criação de uma liga de amigos, designada por “LIGA DE AMIGOS DA ASSOCIAÇÃO CASA DA IRMÂ LUCIA – VIDENTE DE FÁTIMA”.
A oficialização nos termos jurídicos devidos e estatutários da criação, existência e funcionamento desta LIGA DE AMIGOS, irá ser tratada pela Direcção e proposta a sua aprovação na próxima reunião desta assembleia.
5.     Outros assuntos
Com o objectivo de divulgação da Associação e sobretudo para apoiar na angariação de fundos, foi decidida a criação de um sítio na Internet, com alojamento no servidor do Carmelo.
Foi ainda discutido e aprovado um grupo de trabalho, no sentido de organizar actividades e eventos, também com o objectivo de apoiar na angariação de fundos.
Nada mais havendo a tratar, foi pelo presidente declarada encerrada a sessão, dela se tendo lavrada a presente acta. Na reunião seguinte será lida aos associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da mesa e respectivos Vogais.




ACTA NÚMERO CINCO
Aos dezoito dias do mês de Novembro do Ano dois mil e sete, pelas dezoito horas, no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus, Braga, reuniu, em primeira convocatória, a Assembleia-geral da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, pessoa colectiva 507804597, com Associados em número superior à maioria exigida pelo nº 2, artigo 32º dos Estatutos, Assembleia essa convocada nos termos legais e estatutários, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1.                 A Ordem de trabalhos foi a seguinte:
1.1       Oração
1.2       Leitura, aprovação e assinatura das actas anteriores.
1.4       Apreciação da alteração do estatuto e votação para aprovação dos mesmos.
1.5       Proposta e aprovação do Regulamento Interno da “Liga de Amigos da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima”.
1.6       Aprovação e votação do orçamento e programa de acção para o próximo ano.
Verificou-se apenas a falta de três Associados Fundadores, cuja ausência foi justificada atempadamente.
2.     Abertura da sessão:
A sessão deu início com a oração, seguindo-se a leitura, conferencia e assinatura da acta da sessão da reunião anterior.
3.                 Admissão de novos associados
Foi apresentada e proposta para votação, a transição dos seguintes Associados Honorários para Associados Efectivos:
·     Dr. Hélder Fernando Antunes Geraldo Apóstolo
Rua de Timor, 14, 4º Esquerdo
4710 – 505 Braga       
·     Sr.  Fernando Palmeira Ferreira
Quinta de Barros, Gualtar
4710  Braga
·     Sra. D. Maria Eduarda Monteiro Silva Gonçalves
Rua de S. José, 94 – 5º Direito
4710 436   S. Victor  – Braga
·     Sr. Professor António Costa Gomes
Rua 25 de Abril, 216   C
      4710 – 914 Braga
A proposta foi aprovada por aclamação, pelo que, a partir desta data, estes Associados passaram a ser considerados Associados Efectivos e participaram, já, na sessão de trabalhos da presente reunião.
4.                 Alteração do Estatuto da Associação
Com o objectivo de melhorar o esclarecimento dos termos fixados no texto existente e da legalização estatutária, da criação, existência e funcionamento da LIGA DE AMIGOS DA CASA DA IRMA LUCIA – VIDENTE DE FÁTIMA, foram apresentadas as seguintes alterações ao ESTATUTO DA ASSOCISÇÃO, nos artigos e com os textos respectivos a seguir indicados:
CAPITULO I
Da denominação, sede e âmbito de acção e fins.
Artigo 2º
Passa a ser acrescentado um novo ponto, com a seguinte redacção:
“2 - No seu funcionamento, prossecução dos fins e concretização dos seus objectivos a Associação rege-se pelo seu Estatuto, pelas deliberações da Assembleia-Geral, pelos regulamentos internos emanados na conformidade estatutária e pela lei civil pertinente”.
Artigo 3º
Passa a ser acrescentado uma nova alínea, com a seguinte redacção:
“d) - Uma Liga de Amigos de apoio e colaboração à Associação”.
CAPITULO II
Dos associados
Artigo 6º
Passa a ter o seguinte texto:
“Podem ser associados pessoas singulares maiores de 18 anos e as pessoas colectivas que, comungando do espírito que enforma a Associação, dos seus objectivos e princípios fundadores, seja proposto para tal e admitido nos termos deste Estatuto”.
Artigo 9º
Passa a ser acrescentado um parágrafo único e novo, com a seguinte redacção:
“§ Único: É vedado aos associados efectivos, que sejam pessoas colectivas, o previsto na alínea “b)”.
Uma vez explicadas as razões e fundamentações das alterações apresentadas pelo seu autor, Sr. Dr. Hélder Apóstolo, a Assembleia votou e aprovou por unanimidade as alterações propostas.
O Sr. Presidente da Direcção vai, de imediato, tratar da oficialização e registo em conformidade destas alterações do Estatuto da Associação.
5.     Regulamento Interno da “Liga de Amigos da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima”.
O Sr. Presidente da Direcção informou que o Regulamento Interno da “Liga de Amigos da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima” está em fase adiantada de elaboração.
Atendendo a que se aguardava a aprovação das alterações propostas ao Estatuto, em que aí é oficializada a sua existência, na próxima reunião e já com a as alterações oficialmente aprovadas, será, então, entregue o regulamento para apreciação e aprovação.
6.     Aprovação e votação do orçamento e programa de acção para o próximo ano.
O Sr. Presidente da Direcção apresentou para o próximo uma previsão de gastos de 2.500,00€ – (dois mil e quinhentos euros), para fazer face a custos relacionados com cartório notarial, registos vários e outros custos, imprevistos mas prováveis, relacionados com a aprovação dos projectos de obras.
Foi de senso comum que este ano será de angariação de fundos e de aprovação de aprovação dos projectos de obras, pelo que, não se justificando mais gastos nem se prevendo investimentos, a Assembleia votou favoravelmente a verba apresentada pelo O Sr. Presidente da Direcção.
7.     Encerramento da Sessão
Nada mais havendo a tratar, foi pelo Presidente declarada encerrada a sessão, dela se tendo lavrada a presente acta.
Na sessão da reunião seguinte será lida aos associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da mesa e respectivos Vogais.








ACTA NÚMERO SEIS
Aos seis dias do mês de Abril do Ano dois mil e oito, pelas quinze horas e trinta minutos, no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus, Braga, reuniu, em primeira convocatória, a Assembleia-geral da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, pessoa colectiva 507804597, com a participação de vinte e quatro Associados, em número superior à maioria exigida pelo nº 2, artigo 32º dos Estatutos.
8.   Ordem de trabalhos.
       A presente reunião foi convocada nos termos legais e estatutários, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1.1 -     Oração.
1.2 -     Leitura, aprovação e assinatura da acta anterior.
1.3 -     Eleição dos novos corpos gerentes. Para o efeito a Direcção apresentará nova lista e aceita-se a apresentação de outras para discussão e aprovação.
1.4 -     Proposta de abertura à entrada de novos associados.
1.5 -     Definição do local das reuniões de Direcção.
1.6 -     Definição das regras de comunicação dos assuntos à Comunidade Carmelita.
1.7 -     Apresentação e aprovação de contas do ano 2007.
1.8 -     Outros assuntos.
Verificou-se apenas a falta de três Associados Fundadores, cuja ausência foi justificada atempadamente.
9.   Eleição dos novos corpos gerentes.
Atendendo à manifesta impossibilidade, por razões particulares, para continuarem disponíveis, a fim de participarem nas diferentes acções e trabalhos dos actuais corpos gerentes, por parte de alguns dos seus actuais elementos, a Direcção apresentou a seguinte lista para a sua substituição, a fim de ser submetida a análise, apreciação e votação:
1º Órgão
A Assembleia-Geral, dirigida pela respectiva mesa.
       - Presidente: Prof. António Costa Gomes.
       - 1º Secretário: D. Maria Alice Ramôa da Silva.
- 2º Secretário: D. Maria Eduarda Monteiro Silva Gonçalves.
2º Órgão
A Direcção da Associação
       - Presidente: Eng. Manuel da Silva e Sousa.
- Vice-Presidente: Dr. Hélder Fernando Antunes Geraldo Apóstolo
- Secretário: Dra. Arminda Maria Braga de Melo.
- Tesoureiro: Irmã Maria da Paz de Cristo.
- Vogal: Sr. Fernando Palmeira Ferreira
3º Órgão
O Conselho Fiscal
- Presidente: Padre Miguel Ângelo Oliveira da Costa.
- 1º Vogal: Padre Pedro Ferreira.
- 2º Vogal: Dr. Pedro Miguel Carvalho Guimarães.
A lista proposta foi aprovada com uma abstenção, nenhum voto contra e vinte e três votos a favor, sendo-lhe conferida posse de imediato.
Nos termos do Artigo 2º, nº 2 do Estatuto, a Assembleia deliberou pela autorização (com quatro abstenções e nenhum voto contra), no sentido de que os novos associados, admitidos há menos de um ano e agora eleitos, possam exercer os cargos nos respectivos órgãos para que nesta assembleia foram sufragados.
       Esta lista substitui e dá continuidade à eleita na anterior reunião de vinte e nove de Dezembro de dois mil e seis (acta numero três) e, nos termos do Artigo 19º do Estatuto, irá cumprir o mandato aí definido para o triénio 2007 a 2010.
10. Abertura à entrada de novos associados
Foi aprovada por unanimidade a entrada de novos associados: directamente para a Associação - esta reservada a associados que pronta e voluntariamente se disponibilizem a colaborar com prestação de serviços graciosos, para além do pagamento da respectiva quota e jóia; ou directamente para a Liga de Amigos – esta reservada para associados que manifestem vontade em apenas contribuir material ou financeiramente, como beneméritos, por indisponibilidade pessoal de tempo, para colaborarem com a Associação, com outro tipo de ajuda.
A Direcção foi incumbida de tratar da organização e regulamentação da entrada dos novos associados.
11. Local das reuniões de Direcção.
No sentido da defesa e preservação do silêncio e recolhimento da Comunidade Carmelita, as reuniões da Direcção, necessariamente, serão feitas fora do convento. Enquanto não estiverem criadas as condições para que as aludidas reuniões se possam fazer na Casa da Irmã Lúcia, estas serão efectuadas em local que a Direcção livremente escolha.
12. Comunicação dos assuntos à Comunidade Carmelita.
A actividade da Direcção será comunicada à Comunidade Carmelita, regularmente e, sobretudo, imediatamente a seguir a todas as suas reuniões, através da Irmã Maria da Paz de Cristo, sua tesoureira.
13. Apresentação e aprovação de contas do ano 2007
Foram apresentadas e aprovadas pela Assembleia as contas da Associação para o exercício de 2007, tendo-se apurado um resultado positivo €19.934,14 (dezanove mil, novecentos e trinta e quatro euros e catorze cêntimos).
Desde a fundação da Associação, até a presente data: há uma receita acumulada de €22.815,28; há uma despesa acumulada de €2881,14; situação que traduz o resultado positivo atrás referido, de €19.934,14.
14. Outros assuntos.
O Sr. Presidente da Direcção informou que, por indisponibilidade de tempo, o Regulamento Interno da “Liga de Amigos da Associação”, pese embora estar em fase adiantada de elaboração, não pôde ser apresentado nesta reunião, como previsto.
Ficou acordado que, na próxima reunião, será entregue o referido Regulamento Interno, para apreciação e aprovação
15. Encerramento da Sessão
Nada mais havendo a tratar, foi pelo Presidente declarada encerrada a sessão, dela se tendo lavrada a presente acta.
Na sessão da reunião seguinte será lida aos associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da mesa e respectivos Vogais.




























ACTA NÚMERO SETE
Aos dezasseis dias do mês de Novembro do ano dois mil e oito, pelas dezoito horas e trinta minutos, no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus, Braga, reuniu, em primeira convocatória, a Assembleia-Geral da Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, pessoa colectiva 507804597, com a participação de  dezoito Associados,  número superior à maioria exigida pelo nº 2, artigo 32º dos Estatutos.

1. Ordem de trabalhos.
       A presente reunião foi convocada nos termos legais e estatutários, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1.1-   Oração.
1.2-       Leitura, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.
1.3-       Proposta de admissão de novos associados efectivos, por parte da Carmelita Irmã Maria da Paz de Cristo.
      1.4-     Apresentação de ponto da situação acerca de:
     1.4.1 – Projecto aprovado pela Segurança Social;
     1.4.2 – Considerações acerca da viabilidade económica do projecto aprovado
      1.5-    Outros assuntos.


Verificou-se a falta de nove Associados, cuja ausência foi justificada atempadamente, a saber :
Padre Pedro Ferreira, Dr. Helder Aposto, Dr. Pedro Guimarães, Sr. Carlos Barbosa,  Sr. Francisco Abílio Fernandes Araújo, Drª. Arminda Melo, Drª. Andreia Alves de Sousa,  Irmã Maria da Conceição e Irmã Teresa de Jesus.



2.Desenvolvimento dos trabalhos
2.1 - A sessão teve início com a Oração conduzida pelo Sr. Padre Miguel Ângelo.
2.2 - Seguiu-se a leitura, conferência, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.
2.3 - Admissão de novos Associados.
Foi apreciada a proposta de admissão de novos Associados , apresentada pela Carmelita Irmã Maria da Paz de Cristo.
Foram dadas as boas vindas aos cinco novos Associados  propostos, a saber :
-Drª. Sandra Manuela Pinto de Lima Alves, -Rua José Afonso, nº.142, 3º.Esq, 4700-392, Braga.
- Drª. Ana  Cristina  Braga
- Sr. Álvaro Almeida e Silva, - Rio de Loba, Viseu
- Ana de Souza Conde, - Brasil
- Sr. Isidro Teixeira, - França
A proposta foi aprovada por aclamação, pelo que, a partir desta data os cinco Associados em causa, passaram a ser considerados Associados Efectivos e já puderam participar na presente reunião, com excepção dos residentes no Estrangeiro.
2.4 –  Projecto aprovado pela Segurança Social
2.4.1 – O Sr. Presidente da Associação, apresentou o parecer sobre o projecto de candidatura para o lar de idosos, a que se refere o despacho de 29/10/ 2008 da Segurança Social, que reafirmou o anterior despacho constante na carta de 21/07/2008, que só permite a capacidade máxima de doze Utentes, divididos em quatro quartos duplos e quatro quartos individuais.

     2.4.2 - Foi considerado pela Assembleia, que nos termos propostos pela Segurança Social, o projecto não é viável economicamente.
Sobre este tema, o Sr. Presidente da Associação, sugeriu fosse feito um levantamento exaustivo de eventuais valências complementares, com vista a ser conseguida viabilização económica.
Para o efeito propôs o Sr. Álvaro Silva para a função de  mentor e coordenador do Grupo de Trabalho a constituir.
Esta proposta foi aprovada e o Sr. Álvaro Silva aceitou com agrado.
Assim, foi decidido realizar uma reunião de Assembleia Geral no dia nove de Dezembro próximo pelas vinte e uma hora, na Casa Irmã Lúcia - Vidente de Fátima,  sita na Estrada do Bom Jesus, número cem, Tenões, Braga, para escolher e formar o Grupo de Trabalho em causa, na qual se prescinde da presença das Carmelitas.
2.5 – Outros Assuntos
Nada foi abordado neste ponto do Ordem de trabalhos.

Encerramento da Sessão.
Nada mais havendo a tratar, foi pelo Presidente da Mesa declarada encerrada a sessão, dela se tendo lavrada a presente acta.
Na sessão da próxima reunião será lida a presente acta aos Associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada  pelo Sr. Presidente da Mesa e respectivos Vogais.

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                                    ACTA NÚMERO OITO



Aos nove dias do mês de Dezembro do ano dois mil e oito, pelas vinte e uma horas, na  sede Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, na Estrada do Bom Jesus, número cem, Tenões - Braga., reuniu, em primeira convocatória, a Assembleia Geral da  Associação Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, Pessoa colectiva 507804597, com a participação de dezasseis associados , onde se incluem as duas carmelitas, Irmã Paz de Cristo e Irmã Purificação que representavam as restantes irmãs carmelitas associadas, logo em número superior à maioria exigida pelo nº. 2, artigo 32º do Estatuto.



1.Ordem de trabalhos.

            A presente reunião foi convocada nos termos legais e estatutários, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1.1-Oração.

1.2-Leitura, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.

1.3.Apresentação e discussão de propostas conducentes à viabilização do “projecto/vontade” expresso pela Irmã Lúcia relacionado com a casa que foi doada ao Carmelo do Bom Jesus.

1.4- Nomeação, tomada de posse e determinação da duração do mandato da comissão executiva
.
1.4-         Outros assuntos.




Verificou-se a falta de três associados, cuja ausência foi justificada atempadamente, a saber:

 Drª. Andreia, Sr. Abílio Araújo, Sr .Carlos  Barbosa







2.-.Desenvolvimento dos trabalhos

2.1.- A sessão teve início com a oração conduzida pelo Sr. Padre Pedro Ferreira.

2.2.- Seguiu-se a leitura, conferência, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.

2.3.- Foram apresentadas algumas propostas conducentes à boa execução do projecto.  De entre as apresentadas realça-se a possibilidade de realização de um protocolo de parceria entre a Associação Casa Irmã Lúcia e o Centro Social e Paroquial de Santa Eulália de Tenões, com vista ao estudo e preparação de candidatura a projecto ou projectos que abranjam os objectivos   das duas instituições.

2.4 - Foi deliberado que o grupo de trabalho constituído a que se refere o ponto 2.4.2. da acta anterior, será denominado de “comissão executiva”e será composto pelos associados Sr. Álvaro Silva, Drª Ana Cristina e Drª.Sandra Lima.
A coordenação desta “ comissão executiva” será feita pelo Sr. Álvaro Silva que poderá solicitar a colaboração de outros associados de acordo com as necessidades do grupo  e disponibilidades destes.
           Pelo associado Sr. Álvaro Silva, foi manifestada a vontade para que este grupo trabalhe em estreita colaboração com os órgãos legitimamente eleitos e constituídos, de forma a que os esforços não sejam antagónicos, mas conducentes à mesma finalidade.
           O Sr. Presidente da Mesa da Assembleia Geral, pediu esclarecimento sobre o enquadramento jurídico de tal grupo.
           Pelo Vice Presidente da Direcção, foi dito que a designada “comissão executiva”, não atropela nem contradiz em nada o teor do estatuto, uma vez que tal comissão mais não é que uma das muitas formas possíveis que a Associação tem para prosseguir os seus intentos, continuando, contudo a representação legal cometida a quem tem esse poder.
           Quanto à “durabilidade” do mandato desta “comissão executiva” foi dito, pela Direcção, que teria a duração necessária e suficiente enquanto se justificasse a sua existência ficando, como foi dito atrás, na estreita dependência da Direcção legalmente existente.

2.5.- Abordagem da questão relativa à ficha Liga de Amigos.
           Foi informado que a ficha em causa nasceu com o objectivo de angariar fundos para a construção de um lar na casa que serve de sede à Associação.
           Considerando, porém, o teor da discussão realizada em Assembleia, bem como o quanto falta definir para o futuro, foi deliberado fazer chegar informação a todos os inscritos na Liga de Amigos, com vista a relembrar o conceito do “Bem Fazer na prática Religiosa Cristã”, por forma a dissipar quaisquer dúvidas que as actuais circunstâncias possam induzir.
           Mais se deliberou fazer  chegar a todos os distribuidores das fichas em causa, a informação que as mesmas tem por objectivo a angariação de fundos para ajudar a Associação da Casa Irmã Lúcia promovendo as obras necessárias com vista a atingir a finalidade sócia caritativa.



Encerramento da Sessão.

Nada mais havendo a tratar foi, pelo Presidente da Mesa, declarada encerrada a sessão dela se tendo lavrada a presente acta.

Na sessão da próxima reunião será lida a presente acta aos Associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da Mesa e respectivos Vogais

                                   
        
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ACTA NÚMERO NOVE


Aos trinta e um dias do mês de Maio do ano dois mil e nove, pelas vinte e uma horas, na  sede Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, na Estrada do Bom Jesus, número cem, Tenões - Braga., reuniu, em  convocatória extraordinária, a Assembleia Geral da  Associação Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, Pessoa colectiva 507804597, com a participação de vinte e dois associados , onde se incluem as treze Irmãs Carmelitas associadas, representadas na Assembleia Geral pelas Irmã Maria da Paz de Cristo e Irmã da Santíssima Trindade, logo em número superior à maioria exigida pelo nº. 2, artigo 32º do Estatuto.



1.- Ordem de trabalhos.

            A presente reunião foi convocada nos termos legais e estatutários, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1.1-Oração.

1.2-Leitura, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.

1.3.Apresentação dos passos dados referentes ao andamento do projecto “Casa da Irmã Lúcia” e algumas alterações ao mesmo.

1.4- Outros assuntos.




Verificou-se a falta de oito associados, cuja ausência foi justificada atempadamente, a saber:

  Andreia,  Abílio Araújo, Carlos  Barbosa, Eduarda Melo, Ana Cristina Sousa ,  Sandra Lima, Padre Pedro Ferreira e Pedro Guimarães.



2.- Desenvolvimento dos trabalhos

2.1.- A sessão teve início com a oração .

2.2.- Seguiu-se a leitura, conferência, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior que foi aprovada .

2.3.- Logo de início levantou-se o problema, querendo os associados obter uma resposta concreta, sobre as razões que levaram o Presidente do Centro Social de Tenões a não assinar o contrato de arrendamento sobre a parceria com a ACIL, conforme ficara deliberado e aceite na última reunião.
 Levantaram-se várias questões e expuseram-se várias razões que não convenceram todos os associados.
 O Dr. Hélder Apóstolo e outros associados, discordaram da falta de confiança e “lealdade” entre os vários actores referindo, em concreto que, assim, não se podia trabalhar já que as deliberações tomadas numa reunião eram desfeitas, unilateralmente, logo a seguir.
A Irmã Maria da Paz de Cristo confirmou que, depois de dialogar com a Superiora e com outros membros da Associação, tomou a iniciativa de “travar” o andamento do processo assumindo as consequências e aguardando o debate sobre o tema, nesta reunião.
Tudo isto com a intenção de “devolver” à Associação Casa da Irmã Lúcia a gestão de todo o projecto do Lar.
 O Dr. Hélder Apóstolo referiu que, de modo algum, as Irmãs podiam ir contra aquilo que ficasse deliberado em reunião geral de associados.
A este propósito todos foram unânimes na ideia de que “não pode haver duas gestões paralelas” e que as decisões da assembleia são para respeitar.
Todo o processo de gestão deve ser assumido e conhecido dos associados.

2.4 – Desfeitas as dúvidas e clarificadas as posições, passou-se à votação de algumas propostas.

Proposta A): Deliberar se é de aceitar a sugestão de o processo/projecto “retornar” à ACIL deixando de ser orientado e assumido pelo Centro de Tenões.
A proposta obteve  dezanove votos a favor, um contra e uma abstenção, já que o Sr. Fernando Palmeira se tinha entretanto ausentado da reunião.
 O Dr. Hélder Apóstolo fez a seguinte declaração de voto: “Atenta a deliberação (sugestão) feita pelas Irmãs Carmelitas ter incidido e contrariado uma decisão tomada por unanimidade em Assembleia Geral decido votar contra por não considerar devidamente explicadas e justificadas as reais razões pelas quais se deu esta inflexão”. A Drª Arminda Melo, que se absteve, subscreveu a mesma declaração de voto.

Proposta B): Sendo a ACIL a retomar o processo, aceitamos o  projecto com as novas alterações bem como os custos da sua adjudicação?........................................................
A proposta obteve oito votos a favor e duas abstenções.................................................

2.5.- Depois de interpelados os presentes no sentido de motivar todos os associados a estarem presentes nas reuniões e dado o adiantado da hora decidiu-se marcar nova reunião para o próximo domingo, dia sete, à mesma hora, para continuar a discutir e a deliberar sobre o projecto mostrando, inclusive, as novidades introduzidas.

2.6. O Sr. Fernando Palmeira decidiu auto suspender-se como associado continuando, no entanto, a pertencer à Liga de Amigos.

Encerramento da Sessão.

Nada mais havendo a tratar foi, pelo Presidente da Mesa, declarada encerrada a sessão dela se tendo lavrada a presente acta que, depois de lida e aprovada na próxima reunião, será assinada pelo presidente e pelos vogais.
           










































ACTA NÚMERO DEZ


Aos sete dias do mês de Junho do ano dois mil e nove, pelas vinte e uma horas, na  sede da Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, na Estrada do Bom Jesus, número cem, Tenões - Braga., reuniu, em  convocatória extraordinária, a Assembleia Geral da  Associação Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, Pessoa colectiva 507804597, com a participação de onze associados , onde se incluem as duas carmelitas, Irmã Paz de Cristo e Irmã da Santíssima Trindade que representavam as restantes irmãs carmelitas associadas, logo em número superior à maioria exigida pelo nº. 2, artigo 32º do Estatuto.

1.Ordem de trabalhos.
A presente reunião foi convocada nos termos legais e estatutários, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1.1-Oração.
1.2-Leitura, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.
1.3.Continuação da reunião anterior: confronto de ideias e deliberação sobre as alterações que o Projecto teve com a “retoma”, por parte da ACIL, Associação Casa da Irmã  Lúcia, da responsabilidade na sua concretização.
1.4- Outros assuntos.
Verificou-se a falta de sete associados, cuja ausência foi justificada atempadamente, a saber:  Andreia,  Abílio Araújo, Carlos  Barbosa, Eduarda Melo , Drª Arminda Melo, Padre Pedro Ferreira e Pedro Guimarães.

2.-.Desenvolvimento dos trabalhos
2.1.- A sessão teve início com a oração .
2.2.- Seguiu-se a leitura, conferência, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior que foi aprovada com a abstenção do Dr. Hélder Apóstolo.
Neste momento surgiu uma dúvida quanto ao processo de contagem dos presentes atendendo a que, na realidade, só estão nas reuniões duas Irmãs Carmelitas. Chegou-se a consenso, porém, que estas representam as onze que estão no Carmelo pelo que, em qualquer votação, deve-se contar a posição das duas Irmãs como sendo a posição e voto das treze.

2.3-Continuação da reunião anterior
2.3.1- Passamos, então, a ouvir a explicação do Sr. Presidente da Direcção sobre as alterações ao projecto inicial e as vantagens que o actual tem para a concretização dos objectivos da Associação.
A área de construção no projecto anterior era de 1.135 metros quadrados. Neste novo projecto passa para o dobro. Também o número de utentes passa para trinta. Analisamos os pormenores e ouvimos as explicações do Sr. Presidente da Direcção. Fomos elucidados que, apesar do custo previsto (cerca de 1.185.000 Euros) o projecto tem viabilidade económica. Falta trabalhar sobre as especialidades estando, para o efeito, entregue a um gabinete de arquitectos.
A ACIL tem algum dinheiro para adiantar conforme os trabalhos das especialidades se forem concretizando.
2.3.2- Toda a documentação entrará em nome da ACIL. Para tal solicitou-se ao Dr. Hélder um novo contrato, agora em nome da ACIL e, ainda, uma procuração para o Sr. Engenheiro Sousa com a finalidade de tratar da aprovação do projecto pelas entidades competentes. Ao Sr. Álvaro e Sr. Salgado vai ser pedida a colaboração em pormenores que estão dentro das suas competências profissionais.
2.3.3- A partir de agora o Comissão executiva liderada pelo Sr. Álvaro Silva fica sem efeito nos termos em que foi constituída, na reunião da Assembleia Geral de nove de Dezembro de dois mil e oito e descrita na Acta número oito, por ser entendido não se justificar.

2.4. Outros assuntos
Falou-se da urgência em falar do projecto a toda a gente das nossas relações. Um dos aspectos mais importantes e com mais impacto será a reformulação da página dedicada à Casa da Irmã Lúcia  de modo a que chegue ao conhecimento de um elevado número de amigos e possíveis colaboradores.


Encerramento da Sessão.
Nada mais havendo a tratar foi, pelo Presidente da Mesa, encerrada a sessão, da qual se lavrou a presente acta que, depois de lida e aprovada, será assinada pelo presidente e
pelos vogais











































ACTA NÚMERO ONZE


Aos vinte e sete dias do mês de Setembro do ano dois mil e nove, pelas vinte e uma horas, na sede da Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, na Estrada do Bom Jesus, número cem, Tenões - Braga., reuniu, em convocatória extraordinária, a Assembleia Geral da Associação Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, Pessoa Colectiva 507804597, com a participação de catorze associados , onde se incluem as duas carmelitas, Irmã  Paz de Cristo e Irmã da Santíssima Trindade que representavam as restantes irmãs carmelitas associadas, logo em número superior à maioria exigida pelo nº. 2, artigo 32º do Estatuto.

Verificou-se a falta de quatro associados, cuja ausência foi justificada atempadamente, a saber: Andreia,  Carlos  Barbosa, Pedro Guimarães e Dr. Helder Apóstolo.


1.Ordem de trabalhos.
A presente reunião foi convocada nos termos legais e estatutários, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1.1-Oração.
1.2-Leitura, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.
1.3.Ponto de situação do projecto “ Casa da Irmã Lúcia “.
1.4-Apresentação de novos elementos da Liga de Amigos. Possibilidade de passarem a associados efectivos.

1.5-Preparação de listas para as eleições de Dezembro próximo.      

1.6- Outros assuntos.

2.-Desenvolvimento dos trabalhos
2.1.- A sessão teve início com a oração .
2.2.- Seguiu-se a leitura, conferência, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior que foi aprovada por unanimidade.

Na discussão deste ponto, o Sr. Padre Miguel aproveitou para solicitar uma rectificação  no que diz respeito à acta número nove no seu ponto 2.3., como segue:

Onde na acta se lê “  …. a não assinar o contrato de arrendamento sobre a parceria com a ACIL…”, deverá ficar “ … a não assinar o contrato de arrendamento com o Carmelo da Imaculada Conceição”.

2.3 – Na análise levada a cabo sobre este ponto, o Sr. Engº Sousa sugeriu o aproveitamento e experiência de um Economista seu conhecido, especialista na área de procura de apoios financeiros ( consultadoria ).
A Irmã Paz de Cristo já contactou esse senhor pelo que foi decidido fazer-lhe proposta de colaboração com a Associação.

Foi pedido pelo Sr. Engº Sousa a máxima atenção para algum concurso que possa abrir, a fim de se poder concorrer.
A Dra Sandra referiu que está um concurso aberto até Novembro.
A D. Cristina perguntou se para apresentar um projecto a candidatura já devem estar prontas  todas as especialidades do projecto. O Sr. Engº Sousa respondeu que deve estar pronto tudo o que seja mensurável e documentado em todas as rubricas da obra.
Referiu a este propósito o Sr. Engº Sousa que o projecto depois de reformulado cresceu bastante, pelo que todos são precisos para colaborar devendo-se inclusive pensar, na admissão de novos associados activos.

Fazendo o ponto de situação do planeamento já realizado, o Sr. Padre Miguel informou que a Ana Margarida já tem muitos dados relativos à rede social, que serão necessários para a candidatura e que deverão ser aproveitados.

2.4 – Foram apresentados, para serem aceites como associados, os seguintes nomes oriundos da Liga de Amigos:
            -Maria da Conceição Barros
            -Joaquim Campos
            -Sérgio Cruz
Foram os três aceites como Associados.

2.5- Atendendo a que em Dezembro próximo termina o triénio da actual direcção, foi lançado o repto para a apresentação de listas candidatas aos vários cargos directivos.

2.6- Outros assuntos
Foi sugerido que fossem contactados novos elementos da lista de Amigos, no sentido de os convidar a fazer parte como Associados.



Encerramento da Sessão.
Nada mais havendo a tratar foi, pelo Presidente da Mesa, encerrada a sessão, da qual se lavrou a presente acta que, depois de lida e aprovada, será assinada pelo presidente e
pelos vogais


























ACTA NÚMERO DOZE


Aos vinte e nove de Dezembro do ano dois mil e nove, pelas vinte e uma horas, no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus, Braga, reuniram-se os associados em primeira convocatória, a Assembleia Geral da Associação Casa Irmã Lucia – Vidente de Fátima, IPSS, Pessoa Colectiva 507804597, com a participação de vinte e cinco associados, logo em número superior à maioria exigida pelo nº 2,artigo 32º do Estatuto.


Verificou-se a falta de quatro associados, cuja ausência foi justificada atempadamente.



1.Ordem de trabalhos.

A presente reunião foi convocada nos termos legais e estatuários, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1.1-         Oração

1.2-         Leitura, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.

1.3-         Apresentação, votação e aprovação da lista ou listas de candidatura aos novos corpos gerentes  para o triénio 2010-2012.

1.4-         Tomada de posse dos novos corpos gerentes para o triénio 2010-2012

1.5-         Apresentação das contas da Associação e do donativo da Comunidade Carmelita.

1.6-         Apresentação e confirmação dos dois novos Associados Efectivos.

1.7-         Breve análise apreciativa dos estudos técnicos para determinação da viabilidade económica do edifício a construir e a compilação dos dados para apresentação de candidaturas a eventuais fundos de apoio no nosso projecto.

1.8-         Outros assuntos


2.-Desenvolvimento dos trabalhos

2.1 – A sessão teve início com a oração.


2.2 Seguiu-se a leitura, conferência, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior que foi aprovada por maioria com duas abstenções.


2.3- Apareceu somente uma lista constituída pelos seguintes elementos:


Mesa da Assembleia-Geral:

Presidente:  Engº. Manuel da Silva e Sousa
1º. Secretário:  D. Maria Alice Ramoa da Silva
2º. Secretário:  Padre. Pedro Ferreira

Direcção:

Presidente : Sr. Álvaro Almeida e Silva
Vice-presidente: Dr. António Costa Gomes
Secretário:  D. Maria Eduarda Gonçalves
Tesoureiro: Irmã Maria da Paz de Cristo
Vogal: Sr. José Salgado

Conselho Fiscal:

Presidente: Drª Sandra Manuela Pinto de Lima Alves
1º. Secretário: Sr. Francisco Abílio Fernandes de Araújo
2º. Secretário: Padre Miguel Ângelo Oliveira da Costa

Esta lista foi colocada à votação de todos os associados tendo sido aprovada por vinte e três votos a favor, duas abstenções e nenhum voto contra.


2.4 -Logo após a aprovação da lista acima citada e candidata à direcção dos órgãos sociais da ACIL para  próximo triénio 2010 / 2012, esta foi empossada nas respectivas funções.

2.5  A Drª. Sandra Lima  Alves  informou que o resultado líquido do exercício do ano  2007 foi de 16.188,31 € (dezasseis mil cento e oitenta e oito Euros e trinta e um Cêntimos) e o resultado do ano 2008 foi de 4.445,45 € (quatro mil quatrocentos e quarenta e cinco Euros e quarenta e cinco Cêntimos).
O resultado do ano 2009 não foi apresentado, uma vez que nesta data, ainda não estão encerradas as contas.
O Sr. Engº. Sousa tomou a palavra para apresentar uma carta que, por sua iniciativa e em nome da ACIL, dirigiu às Irmãs Carmelitas.
A referida carta continha um agradecimento pela oferta da quantia de 19.000 € (dezanove mil Euros), feita pelas Irmãs Carmelitas à ACIL, quantia essa recebida pelo Carmelo da Imaculada Conceição e oferecida por uma benfeitora dos Estados Unidos da América, identificada como Sra. Mary Colter McDONALD, da  California.
A Madre Superiora tomou a palavra para informar que o donativo em causa tem como finalidade incentivar o andamento do projecto da ACIL.

2.6- Foram apresentados e acolhidos dois novos associados efectivos:
·       D.Maria da Conceição Castro Barros, solteira, natural de Viana do Castelo (Santa Maria Maior) e residente na Av. Sr. Dos Aflitos, 152, Esporões,  Braga
·      Sr. Sérgio José da Silva Cruz, solteiro, natural de Braga (S. João do Souto), residente na Rua 13 de Maio, nº.7, Tenões, Braga,

tendo-lhes sido pedido empenhamento e criatividade na causa em que estamos envolvidos.

2.7- O Sr. Engº Sousa informou que não há contratempos no processo de aprovação das especialidades do projecto.
Referiu que os passos a dar, rumo à sua concretização, devem ser seguros para que as coisas não fiquem a meio.


Nesse sentido foi posta de lado a ideia aprovada na reunião anterior e que visava solicitar o envolvimento do Dr. Rui Lima, no que respeita às candidaturas, atendendo ao facto do seu trabalho ser mais um encargo para a ACIL que, dentro das suas limitações financeiras, procura avançar com a boa vontade dos associados e amigos.
Referiu ainda o Sr. Engº Sousa , que dentro da associação existem elementos com muitos conhecimentos e capazes de conduzir correctamente os projectos.
A Drª. Sandra Lima auxiliada pela Dra Andreia Sousa e Dra Ana Margarida Palmeira ficou com a missão de coordenar e compilar todos os dados de modo a que a construção física seja iniciada de forma sustentada.

2.8- Falou-se mais uma vez da página na Internet e da sua reformulação.
Falou-se também da ideia inicial de levar os agrupamentos de Escuteiros a colaborar com a ACIL tendo, naturalmente, algumas contrapartidas.
Foi louvado o esforço e persistência na Irmã Maria da Paz de Cristo rumo à concretização do projecto sonhado.
A Drª. Sandra Lima Alves convidou os presentes a participar numa palestra (acção de formação) que vai ocorrer na Biblioteca Dr. Lúcio Craveiro sobre a Rede Social,
O Sr. Engº. Sousa, felicitou a nova direcção da ACIL e desejou-lhes muitos êxitos.
Por último, o Sr. Álvaro Silva, novo presidente da ACIL, agradeceu a votação pela maioria dos associados, sinal da confiança que depositam na nova equipa.
Manifestou ainda esperar a colaboração não só das Drª Arminda Melo e D. Alice que se abstiveram, mas também dos novos associados.
Lembrou também o esforço e entrega de todos, desde o início, na concretização do projecto CASA DA IRMÂ LÙCIA- Vidente de Fátima, que a todos honra, acrescentando:
“sem gostar de fazer promessas posso garantir que faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para desenvolver e conseguir, com a colaboração de todos, levar a bom porto este projecto”.



No final da reunião, a Irmã Maria da Paz de Cristo, em seu nome e em nome da Comunidade, agradeceu aos que trabalharam no triénio anterior, duma maneira particular ao Sr. Engº. Manuel de Sousa que muito fez, ainda que nem todos se tenham apercebido, mas Deus que tudo vê nada deixa sem recompensa e tudo escreve no LIVRO DA VIDA!.




            Encerramento da Sessão.

Nada mais havendo a tratar foi, pelo Presidente da Mesa, encerrada a sessão, da qual se lavrou a presente acta que, depois de lida e  aprovada, será assinada pelo presidente e pelos vogais.


















ACTA NÚMERO TREZE

Aos vinte e cinco dias de Fevereiro do Ano de dois mil e onze, pelas vinte e uma horas, no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus, Braga, reuniram-se em primeira convocatória, a Assembleia Geral da Associação Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, Pessoa colectiva 507804597, com a participação de vinte e dois associados, onde se inclui a Carmelita, Irmã Maria da Paz de Cristo que representou as restantes irmãs carmelitas associadas, logo em número superior à maioria exigida pelo nº. 2, artigo 32º do Estatuto, com a seguinte ordem de trabalhos:
1.         Oração.
2.         Leitura, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.
3.         Apresentação do projecto de arquitectura definitivo, já aprovado pelas diferentes entidades e organismos pertinentes.
4.         Apresentação, para votação e aprovação, de solução para a implementação, e concretização desenvolvimento do projecto.
5.         Apresentação das contas, para votação e aprovação.
6.         Apresentação, aprovação e confirmação da entrada de novos Associados Efectivos.
7.         Aprovação da substituição de elemento da direcção.
8.         Outros assuntos.

1 - Desenvolvimento dos trabalhos

1.1 - A sessão teve início com a oração conduzida pelo Sr. Padre Miguel Ângelo.

1.2 - Seguiu-se a leitura, conferência, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.

1.3 – O Presidente da Mesa referiu que existem associados sem o pagamento das quotas em dia e que, nos termos definidos no estatuto, a Direcção deverá notifica-los, por escrito, a fim da sua regularização em conformidade.


1.4 – Foi apresentado, por parte do Presidente da Mesa, o projecto de arquitectura e informada a Assembleia de que está, finalmente, aprovado por todas as entidades e organismos intervenientes.

1.5 – O Presidente da Mesa comunicou ainda que, na sequência desta aprovação do projecto de arquitectura, estão em elaboração os projectos complementares das diferentes especialidades, que intervêm no processo das obras de reabilitação, remodelação e ampliação em apreço.

1.6 – Foi ainda informado à Assembleia que dispomos, agora e contados a partir da data de aprovação, de seis meses para entrega dos projectos das especialidades e levantamento do alvará de licença de obras.

 1.7 - Atendendo à volumetria das obras, dos custos nelas envolvidos, às datas de inicio, de desenvolvimento e de concretização - que se desejam de um menor prazo possível - a actual Direcção e o Presidente da Mesa submeteram à aprovação da Assembleia os seguintes documentos:

1º Documento

“DRAFT” PARA PROCURAÇÃO

            A ACIL- ASSOCIAÇÃO CASA DA IRMÃ LÚCIA- VIDENTE DE FÁTIMA, nos termos definidos no seu estatuto, cumprindo a razão da sua Fundação representa a vontade da Comunidade Carmelita do Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus de Braga, especificamente para a prossecução, concretização e desenvolvimento da vontade expressa pela Irmã Lúcia, Vidente de Fátima, no que se refere à CASA E QUINTA DA FONTE PEDRINHA, situada no Bom Jesus de Braga (Ver identificação da Associação, do Carmelo e do imóvel em anexo)



Nessa qualidade pretende procuração de representação para agir em nome do CARMELO no que se refere:

•           Gestão das rendas do imóvel, com poderes decisórios para acordar valores, calendarização de pagamentos e recebimentos das verbas.

•           Estabelecer contratos diversos, com vista à prossecução do projecto de edificação para adaptação e ampliação do edifício destinado à instalação de lar de idosos, com possibilidade de, futuramente, nele poderem ser instaladas outras valências complementares, incluindo uma capela oratório.

•           Dentro dos aludidos contratos diversos inclui-se o estabelecimento de parceria financeira ou outra para financiamento das obras, equipamentos e gestão das valências que lá se instalarem.


Que esta procuração seja passada à ACIL, sendo esta representada pelos seus órgãos sociais nos termos definidos estatutariamente.

Que esta procuração tenha a validade do triénio de gestão e vigência dos órgãos sociais eleitos, cessando esta com o término do seu mandato e renovada automaticamente por igual período, se a comunidade Carmelita, dona do imóvel, não indicar expressamente a sua vontade de anulação.

2º Documento

”DRAFT” PARA PROPOSTA DE ACORDO
CONSIDERAÇÕES GERAIS:
•           Teve a Comunidade Carmelita da imaculada Conceição do Bom Jesus de Braga, o particular privilégio de ser herdeira da Casa da Quinta da Fonte Pedrinha, propriedade


doada à saudosa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, pela ilustre Família Pestana de Vasconcelos - Porto.
•           Com vista ao cumprimento da vontade da Vidente, a Comunidade e um grupo de amigos e benfeitores decidem a criação da ACIL – Associação Casa da Irmã Lúcia Vidente de Fátima.
•           Esta casa serviu várias vezes de residência à nossa querida Irmã Lúcia e nela nasceu a fundação da Comunidade Carmelita do Bom Jesus de Braga.
•           Após a partida da nossa saudosa Irmã Lúcia, a Comunidade descobriu nos arquivos deste Carmelo a manifestação da sua vontade acerca do destino e da utilização desta casa. Em resumo, escreveu: “…, que seja nela instalada actividade cujos objectivos sejam o Bem-fazer na Pratica Religiosa Cristã, Espiritual, Social e Material, ou qualquer outro fim enquadrável nestes valores e que respeite os princípios do local onde se situa, o Bom Jesus de Braga, bem como a ligação a esta Comunidade Carmelita”.
•           É claro que tínhamos de imediatamente pôr mãos à obra, assim o fizemos e temos hoje fundada a “Associação Casa da Irmã Lúcia – Vidente de Fátima” (ACIL).
CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS:

•           Nos termos definidos no seu estatuto, cumprindo a razão da sua fundação e conforme procuração anexa, a ACIL representa, assim, a vontade da Comunidade Carmelita do Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus de Braga, especificamente para a prossecução, concretização e desenvolvimento da vontade expressa pela Irmã Lúcia, Vidente de Fátima, no que se refere a este edifício.
•           Nessa conformidade, a ACIL decide pela execução de um projecto de edificação para adaptação e ampliação do edifício destinado à instalação de lar de idosos, com possibilidade de, futuramente, nele poderem ser instaladas outras valências complementares, incluindo uma capela oratória.
•           Em Janeiro de 2011 o projecto é aprovado por todas as instâncias e organismos que sobre ele se têm de pronunciar, conforme documentação, escrita e desenhada, anexa.


•           Uma vez chegados a esta fase, a ACIL consumiu todas as verbas disponíveis na elaboração e aprovação dos diferentes projectos para a edificação, vendo-se incapaz, económica e financeiramente, de prosseguir, sozinha e com recursos próprios, o projecto de remodelação, adaptação e ampliação do edifício em apreço.
•           Por outro lado, a ACIL não tem pessoas no seu seio com experiência e conhecimentos técnicos para a gestão e orientação técnica do lar e demais valências que no edifício se podem vir a criar.
PROPOSTA
Da parte da ACIL:
•           Nos termos da representação oficial de que a ACIL está incumbida, esta cede o imóvel, projecto aprovado e todas as diligências até agora   desenvolvidas, por contrato a estabelecer para o efeito, nunca inferior a       vinte e cinco anos, a PARCERIA investidor/futuro associado da ACIL.
•           Desde que comungue no espírito, forma e objectivos definidos estatutariamente.
•           Permitir, ainda, que toda a documentação necessária à execução dos   trabalhos de edificação e demais bens para efeitos de equipamento e apetrechamento, nos termos objectivos a que se destina a construção, se desenvolvam em seu nome e, desta forma, se beneficie das isenções e regalias inerentes ao facto de a ACIL ser uma IPSS.
•           Permitir a criação de outras valências dentro do actual projecto, designadamente: clínica de fisioterapia, SPA, ou outros que, por relevante interesse económico, possam melhorar e potenciar a rentabilidade do investimento.
•           A ACIL valoriza a sua contribuição, para o investimento económico-financeiro global em 50%, tendo em conta o imóvel, mais-valias e tudo demais aqui descrito.
Da parte da PARCERIA:
•           Execução e custeamento integral de todas as obras, equipamentos e recheio necessários ao cabal e perfeito funcionamento nas suas várias vertentes e valências.
•           Liberdade e responsabilidade total e única nas decisões de gestão das obras e na exploração/funcionamento do lar e das valências que aí venham a ser instaladas.
•           Estudo de viabilidade económica, em que seja definido o custo por utente e a taxa de retorno esperada, tendo em conta os custos e os proveitos a envolver no negócio.


•           Pagamento de 50% do resultado do exercício apurado em cada ano contabilístico a ser atribuído a um fundo, pertença da ACIL, com o objectivo único estabelecido estatutariamente: “o Bem-fazer na prática religiosa cristã”.
•           Uma vez que a responsabilidade de gestão é unicamente da PARCERIA, os resultados negativos, a haver, serão apenas da sua responsabilidade.
•           A PARCERIA permitirá, obrigatoriamente, a auditoria contabilística financeira anual às contas da gestão da casa que inclui todas as valências aí instaladas.
CONSIDERAÇÔES PARTICULARES:
•           O nome a constar no imóvel e em tudo que de valências aí se instalarem será sob o nome: “CASA DA IRMÃ LÚCIA- VIDENTE DE FÁTIMA”.
•           O fundo da ACIL será, exclusivamente, para a prática do seu objectivo estatutário, consubstanciado no pagamento do diferencial às pessoas que aí venham a ser instaladas ou que utilizem o usufruto dos serviços e que, por razões económicas, não possam pagar a totalidade do valor definido pela PARCEIRA na sua gestão.
•           Tal como atrás já referido e dando substãncia ao facto de a ACIL ser uma associação religiosa carmelitana, define-se a obrigatoriedade da criação de uma capela/oratório em local mais adequado na configuração do projecto e que não perturbe os objectivos principais.
1.8 – Os documentos foram aprovados por unanimidade

1.9 – Foram apresentadas as contas, relativas ao exercício de 2009 e 2010, com os seguintes resultados:
            - Ano de 2009: Lucro de 12.435,70€
            - Ano de 2010: Lucro de 4.975,00€
Explicadas e justificadas as contas, foram aprovadas por unanimidade.

1.10 – A irmã Maria da Paz de Cristo apresentou o Exmo. Senhor Dr. Antonio Duarte Monteiro, para ser admitido com o associado efectivo, que foi aceite por unanimidade.

1.11 – Atendendo a que a Sr.ª Dona Eduarda Melo, Secretária da Direcção, se viu impedida, por razões pessoais, de poder continuar a exercer as funções, foi proposta a

Sr.ª Dona Maria da Conceição Castro Barros, para a sua substituição. A proposta foi aprovada por unanimidade, sendo conferida a posse imediata e em conformidade.
1.11 – A Assembleia registou com agrado o êxito da peregrinação ao Santuário de Fátima, no passado dia 13 de Fevereiro, data da comemoração do 6º aniversário do falecimento da Irmã Lúcia. Nessa consequência foi proposto e aceite que o Presidente da Mesa, a Tesoureira, o Presidente e o Vice-presidente da Direcção, se organizem e coordenem entre si, para uma nova peregrinarão, mas mais alargada e com um programa e objectivos a desenvolver e a aprovar por este grupo

2 - Encerramento da Sessão.

2.1 - Nada mais havendo a tratar foi, pelo Presidente da Mesa, declarada encerrada a sessão dela se tendo lavrada a presente acta.

2.2 - Na sessão da próxima reunião será lida a presente acta aos Associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da Mesa e respectivos Vogais
           














ACTA NÚMERO CATORZE

Aos dezassete dias do mês de Abril do ano de dois mil e onze, pelas dezassete horas, reuniu-se no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus de Braga, em REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA e em primeira convocatória efectuada pelo Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, a Assembleia Geral da Associação Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, Pessoa colectiva 507804597, com a participação de vinte associados, onde se inclui a Carmelita, Irmã Maria da Paz de Cristo que representou as restantes Irmãs Carmelitas associadas, logo em número superior à maioria exigida pelo nº. 2, artigo 32º do Estatuto, com a seguinte ordem de trabalhos:
- Oração.
- Leitura, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.
- Apresentação e aprovação da proposta de PARCERIA, para as obras de edificação, gestão e exploração do projecto, nos termos definidos e aprovados na reunião anterior.
- Aprovação da proposta de substituição e alteração de pessoas nos cargos de parte dos elementos da actual Direcção.
- Outros assuntos de interesse para a vida e gestão da ACIL.
1 - Desenvolvimento dos trabalhos
1.1 - A sessão teve início com a oração conduzida pelo Sr. Padre Miguel Ângelo.
1.2 - Seguiu-se a leitura, conferência, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.
1.3 – Tratando-se a presente reunião de uma reunião extraordinária, o Presidente da Mesa entendeu por bem esclarecer a sua interpretação, relativamente ao que se refere o estabelecido no Estatuto, particularmente o constante no seu Artigo 31º - Ponto 2, cujo texto é: “A Assembleia-Geral Extraordinária que seja convocada a requerimento dos associados, só poderá reunir se estiverem presentes três quartos dos requerentes”.
Assim, esclareceu o Presidente da Mesa:
- Tendo em conta ter sido esta reunião convocada pelo Presidente da Mesa, nos termos dos poderes e atribuições que o Estatuto lhe confere;
- e, ainda, ser esta uma reunião para deliberar sobre assuntos prementes, inadiáveis e de relevante interesse para a ACIL;
 - considera-se, por isso, não ser aqui aplicado o estipulado no Artigo 31ª – Ponto 2;
- pelo que, nessa conformidade, o Presidente da Mesa dá como quórum suficiente o numero de participantes, para deliberar sobre os assuntos constantes na ordem de trabalhos.
1.4 – Tendo em conta e na sequencia do deliberado na reunião anterior, acerca da procura da melhor PARCERIA, o Presidente da Mesa comunicou oficialmente à Assembleia o seguinte:

a) – Imediatamente à deliberação da reunião anterior, o Presidenta da Direcção pediu a colaboração pessoal do Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, para a apresentação do projecto e da ideia de PARCERIA aí aprovada.
b) - Nessa conformidade, o projecto para a reabilitação, adaptação e ampliação do edifício da Casa da Irmã Lúcia, acompanhado do “draft” aprovado, foi presente e explicado pessoalmente, ao fundador da Empresa ANTEROS, S.A., pessoa de anciãs e preclaras relações de amizade do Presidente da Direcção.
c) - Já que os dois amigos há muito que tinham estabelecido essa vontade de o fazer conjuntamente, resultado dessa vetusta amizade e pela comum convicção, altruísta e cristã, em colaborarem materialmente numa obra com os objectivos e fundamentos dos da ACIL, o Presidente da Direcção comunicou a sua firme vontade em aceitar a PARCERIA em apreço, não deixando de fora o amigo Antero.
d) – Comunicação que o Presidente da Mesa da Assembleia-Geral recebeu com alegria e entusiasmo, não deixando de encorajar tal intenção, sobretudo pela pessoa de quem vinha e pelo facto de ser alguém que está em família e em comunhão absoluta com o projecto e único propósito da ACIL: “ o bem-fazer na prática religiosa cristã”.
e) – Passadas algumas semanas de reflexão e tendo em conta a vontade em financiar uma obra que, sobretudo pelo seu propósito Cristão, vá, também, constituir e perpetuar no tempo o agradecimento a DEUS pelos êxitos materiais alcançados, o Presidente da Direcção pede para que seja efectuada esta reunião extraordinária, a fim de que se delibere da sua aprovação em conformidade.
1.5 – Feita a apresentação e submetida a votação, esta foi aprovada por unanimidade e aclamação.
1.6 – O Presidenta da Mesa propôs, sendo aprovado e aclamado pela Assembleia, um voto de agradecimento ao Presidente da Direcção, o Sr Dr. Álvaro Silva, pelo empenho e dedicação demonstrada pela causa e propósito da ACIL, que se consubstancia e materializa nesta decisão em assumir a PARCERIA.
1.7 – A pedido do Presidente da Direcção, dando cumprimento ao estabelecido no Artigo 23º, Ponto 1 e 2 do Estatuto e para que todo o processo de enquadramento e de desenvolvimento da PARCERIA se desenvolva com total e absoluta transparência, a Assembleia deliberou pela substituição do Sr. Dr. Álvaro Silva como Presidência da Direcção, ficando, desde já, exonerado dessas funções, excluído de pertencer a quaisquer órgãos sociais, mantendo-se, contudo, como associado com todos os deveres e direitos inerentes.
1.8 – Atendendo a esta deliberação, foi proposta pelo Presidente da Mesa, a seguinte e nova equipa para a Direcção da Associação Casa da Irmã Lúcia:
                        - Presidente: Sr. Prof. António da Costa Gomes.
                        - Vice-Presidente: Sr. José Salgado de Freitas.
                        - Secretária: Sr.ª Drª. Maria da Conceição de Castro Barros.
                       
                        - Tesoureira: Irmã Maria da Paz de Cristo.
                        - Vogal: Sr. Dr. Antero Duarte Monteiro.
1.9 – A proposta da nova equipa foi aprovada por unanimidade, sendo-lhe conferida posse, a fim do exercício imediato das suas funções.
1.10 – O Presidente da Mesa esclareceu que a vigência do mandato se mantém o mesmo, ou seja: o triénio 2010-2012.
1.11 – Relativamente à entrada para os corpos directivos do Sr. Dr. Antero Duarte Monteiro, contrariando o estipulado no Estatuto, o Presidente da Mesa esclareceu que a aceitação está em conformidade com o deliberado e acordado nesta reunião da Assembleia, à semelhança de situações análogas anteriores e pelo facto de não haver disponibilidade de outros associados para preencher o lugar.
1.12 – A Assembleia reiterou que, conforme o Estatuto define e a partir da presente data, será à Direcção que caberá o diálogo, a orientação e a liderança do desenvolvimento de todas as acções, tendentes à regularização e concretização da PARCERIA aprovada nesta reunião.
1.13 - O Presidente da Mesa reiterou o já deliberado na reunião anterior, no sentido que, com a sua participação e da nova equipa de Direcção e demais Associados disponíveis, sejam organizados e coordenados eventos na casa e uma nova peregrinação ao Santuário de Fátima, mas mais alargada do que a anterior e com um programa e objectivos a definir, para uma ampla divulgação da ACIL e dos seus propósitos.
2 - Encerramento da Sessão.
2.1 - Nada mais havendo a tratar foi, pelo Presidente da Mesa, declarada encerrada a sessão dela se tendo lavrada a presente acta.
2.2 - Na sessão da próxima reunião será lida a presente acta aos Associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da Mesa e respectivos Vogais
           








ACTA NÚMERO QUINZE

Aos treze dias do mês de Janeiro do Ano de dois mil e doze, pelas vinte e uma horas, reuniu-se no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus de Braga, em REUNIÃO ORDINÁRIA e em primeira convocatória efectuada pelo Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, a Assembleia Geral da Associação Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, pessoa colectiva 507804597, com a participação de vinte e dois associados, onde se inclui as Carmelitas, Irmã Maria da Paz de Cristo e Irmã Maria da Purificação, que representaram as restantes Irmãs Carmelitas associadas, logo em número superior à maioria exigida pelo nº. 2, artigo 32º do Estatuto, com a seguinte ordem de trabalhos:
•           Oração;
•           Leitura, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior;
•           Ponto da situação dos factos ocorridos e relacionados com o projecto de edificação;
•           Eventos para divulgação da ACIL e do seu projecto:
                        - Realizados em 2011;
                        - A realizar no decurso do novo ano de 2012;
•           Acções de angariação de fundos e procura de parceria para a realização do projecto aprovado;
•           Análise de sugestões para a criação de equipas pluridisciplinares a fim de que a ACIL possa prestar serviços e apoios sociais no âmbito das suas competências como IPSS;
•           Análise das contas do exercício de 2011;
•           Análise da hipótese de criar um “cartão do amigo” da Liga;
•           Outros assuntos relevantes para a ACIL.

1.      Desenvolvimento dos trabalhos
1.1.      A sessão teve início com a oração conduzida pelo Sr. Padre Miguel Ângelo.
1.2.      Seguiu-se a leitura, conferência, aprovação e assinatura da acta da reunião anterior.
1.3.      O Presidente da Mesa comunicou que o Sr. Dr. Álvaro Silva desistiu da decisão tomada oficialmente em assumir a PARCERIA com a ACIL.
Comunicou e explicou ainda o Sr. Presidente da Mesa, que essa decisão contraria, em absoluto, o que foi o compromisso livremente comunicado aos órgãos dirigentes da ACIL, por parte do Sr. Dr. Álvaro Silva, compromisso esse com os seus exactos termos descritos e plasmados na acta da REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA, Nª 14, aos dezassete dias do mês de Abril do Ano de dois mil e onze.
O Sr. Presidente da Mesa lamentou a enorme perda de tempo induzida e os constrangimentos causados pelo desgaste e, ainda, pelo encurtamento dos prazos, relativamente às datas a cumprir e estabelecidas nos processos de licenciamentos das autoridades envolvidas na aprovação das obras de edificação.
Contudo e por todos os associados, foi manifestado o total empenho, para que, imediatamente, se encontre uma solução, a fim de que o projecto da ACIL avance, sem desvios, desânimos ou esmorecimentos, para os objectivos estatutários a que se propôs com a sua fundação.
1.4.      Acerca de eventos para a divulgação da ACIL, da sua causa e para a angariação de fundos:
- Todos os associados manifestaram a sua satisfação pelo êxito da Feirinha, realizada na CASA DA IRMÃ LÚCIA, entre dias 10,11,17, e 18 de Dezembro de 2011.
- Está agendado um concerto, para o próximo dia 21 de Janeiro, a ser realizado pelo “VOX ANGELIS”, na Igreja do Bom Jesus.
- A propósito o Presidente da Mesa reiterou o já deliberado em reuniões anteriores, no sentido de que sejam organizados e coordenados mais eventos na casa.
- Relembrou ainda a oportunidade de uma nova peregrinarão ao Santuário de Fátima, mas mais alargada do que a anterior e com um programa e objectivos a definir, para uma ampla divulgação da ACIL e dos seus propósitos.
1.5.      No sentido de se avançar de imediato, com a implementação de acções com vista à assistência aos carenciados na velhice e na doença, a partir da presente reunião, a seguinte equipa constituída pelas:
           Dr.ª Maria da Conceição Castro Barros;
           Dr.ª Maria Gorete Barroso Afonso;
           Dr.ª Maria Assunção de Faria Oliveira;
           Dr.ª Ana Margarida Palmeira;
           Maria Manuela Luzia Castanheira,
foi proposta pela Direcção, a fim da criação de um grupo de trabalho para esse fim.
A proposta foi aceite por aclamação.
O Sr. Presidente da Mesa chamou à atenção que se terá de estudar bem as bases económicas e financeiras, para a sustentação de todos os custos envolvidos e a envolver nessas acções a empreender.
Aplaudiu-se e reconheceu-se o mérito da iniciativa, mas alertou-se para a necessidade de, de facto, se ter de prever que todos os custos, incluindo os salários e os honorários, estejam total e garantidamente cobertos pelos proveitos.
1.6.      Atendendo ao êxito da organização e da realização da Feirinha na CASA DA IRMÃ LÚCIA, entre 10,11,17, e 18 de Dezembro de 2011, a cargo das:
           Dr.ª Maria da Conceição Castro Barros;
           Dr.ª Maria Gorete Barroso Afonso;
           Dr.ª Maria Assunção de Faria Oliveira;
           Maria Manuela Luzia Castanheira,
foi aprovado, por unanimidade, um Voto de Louvor e Agradecimento.
1.7.      O fecho de contas do exercício fiscal de ano de 2011 está ainda a ser fechado.
Relativamente ao ano de 2010, por não poder ter sido registado na acta anterior, regista-se agora resultado do seu exercício que é de: + 7.929,37€.
1.8.      A direcção propôs e apresentou um modelo de cartão para associado da ACIL e para os beneméritos e benfeitores inscritos na Liga de Amigos da ACIL.
Os modelos foram aprovados e vão ser imediatamente emitidos para entrega ao associado respectivo.
1.9.      Foram apresentados e propostos pela Direcção, para serem aceites como ASSOCIADOS EFECTIVOS, as seguintes pessoas:
           Dr.ª Maria Gorete Barroso Afonso
Rua Central, nº 3, Lugar de Ermeche
5470-385 MONTALEGRE
Telem: 965 657 782 | E-mail: goret.afonso@gmail.com
           Dr.ª Maria Assunção de Faria Oliveira
Rua Padre Armando Lira, nº 84 – 3º Direito - Trás
4705-672 MAXIMINOS - BRAGA
Telem: 961 760 629
           Maria Manuela Luzia Castanheira,
Praceta Beato Inácio de Azevedo, nº 25 – 4º - Direito – S. Vicente
4700-366 BRAGA
Telem: 967 151 900
Proposta a votação, foram aceites por unanimidade.

2.      Encerramento da Sessão.
2.1.      Nada mais havendo a tratar foi, pelo Presidente da Mesa, declarada encerrada a sessão, dela se tendo lavrada a presente acta.
2.2.      Na sessão da próxima reunião será lida a presente acta aos Associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da Mesa e respectivos Vogais.



















ACTA NÚMERO DEZASSEIS

Aos dois dias do mês de Julho do Ano de dois mil e treze, pelas vinte e uma horas, reuniu-se no Carmelo da Imaculada Conceição do Bom Jesus de Braga, em REUNIÃO ORDINÁRIA e em primeira convocatória efectuada pelo Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, a Assembleia Geral da Associação Casa Irmã Lúcia – Vidente de Fátima, IPSS, pessoa colectiva 507804597, com a participação de vinte e oito associados, onde se incluem dez Carmelitas e catorze associados presentes, bem como três Irmãs Carmelitas e um associado representados por procuração, logo em número superior à maioria exigida pelo nº. 2, artigo 32º do Estatuto, com a seguinte ordem de trabalhos:
1.     Oração;
2.     Análise das contas;
3.     Consequências da “ não utilização “ da Casa da Fonte Pedrinha, sede da Associação;
4.     Decisão sobre a continuidade ou não da Associação partindo dos princípios para que foi criada, a saber; “ o bem-fazer na prática religiosa cristã, espiritual e material “;
5.     Substituição da Tesoureira, Irmã Maria de Paz de Cristo;
6.     Justificação da convocação tardia desta Assembleia e justificação do “não cumprimento” do prazo da mesma ( 15 dias );
7.     Outros assuntos.

  1. Desenvolvimento dos trabalhos

1.1  – A sessão teve início com a oração.

1.2  – Passou-se de seguida à análise e decisão do exposto no Nº 4 da Ordem de Trabalhos ou seja:
“ Continuidade ou não da Associação “.
Sobre este assunto, foi proposto pelas Irmãs Carmelitas a extinção da Associação Casa da Irmã Lúcia, uma vez que era intenção do Carmelo entregar o imóvel denominado por Casa da Fonte Pedrinha, onde a Associação tem a sua Sede, à Diocese de Braga.
O Senhor Presidente da Assembleia tomou a palavra para relembrar aos presentes a vontade da Irmã Lúcia e o destino que a Associação pretendia dar ao imóvel em causa.


Lembrou, ainda, todo o percurso e trabalho realizado desde o início da Associação e as ofertas dos Amigos da Liga que, até ao momento, contribuíram para pagar o projecto no valor de 65.000 euros. Tudo com a intenção de construir um memorial com o nome da Venerável Irmã a quem foi doado o edifício e terreno da Fonte Pedrinha e onde viveu algum tempo.
O Senhor Padre Miguel Ângelo também interveio defendendo a continuidade da Associação pelo menos por mais um ou dois anos de modo a que uma decisão sobre esta matéria não fosse tomada sob pressão ou em cima dos joelhos.
A posição das Irmãs Carmelitas foi contudo inalterada, pelo que se decidiu proceder à votação sobre se a Associação deveria ser ou não extinta.
O resultado da votação foi o seguinte:
- 14 votos a favor da extinção.
- 5 votos a favor da continuidade.
- 9 votos em branco.
Face ao resultado apurado, foi decidido proceder à extinção da Associação Casa da Irmã Lúcia e eleger uma Comissão Liquidatária.
Tendo sido proposto por um dos presentes que a Comissão Liquidatária fosse a actual Direcção da Associação, o mesmo foi aprovado por unanimidade.
A Direcção da Associação aceitou a incumbência de tratar da Liquidação da Associação.
Ficou decidido ainda escrever aos Amigos da Liga no sentido de os informar da extinção da Associação Casa da Irmã Lúcia.
A próxima reunião ficou agendada para data posterior ao próximo dia treze de Outubro do corrente ano.
Tendo em conta o desenrolar dos trabalhos e as decisões tomadas, não foram     abordados outros pontos da Ordem de Trabalhos.

2.      Encerramento da Sessão.
2.1.      Nada mais havendo a tratar foi, pelo Presidente da Mesa, declarada encerrada a sessão, dela se tendo lavrado a presente acta.
2.2.      Na sessão da próxima reunião será lida a presente acta aos Associados e, nada havendo a opor e como sinal de conformidade, será assinada pelo Sr. Presidente da Mesa e respectivos Vogais.