quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


PROJECTO “CASA DA IRMÃ LÚCIA” EM EXPOSIÇÃO


 A Asssociação Casa da Irmã Lúcia- Vidente de Fátima, IPSS, sita na Estrada do Bom Jesus,nº 100, está a organizar uma “feirinha”, na referida casa, com a finalidade de angariar fundos para a construção de um Lar de idosos e outras valências complementares.
            A abertura da casa vai acontecer no dia 8 de Dezembro, festa da Imaculada Conceição e prolongar-se-á por mais alguns fins de semana. Pretende-se, com esta iniciativa, atingir vários objectivos, tais como:
- dar a conhecer a Liga de Amigos e promover a adesão de novos elementos;
- vender alguns objectos, por um preço simbólico, doados por empresas e amigos da Associação contribuindo, assim, para os gastos na elaboração do projecto e respectivas licenças;
- e,- o mais importante- dar a conhecer o projecto, mostrar o lugar de implantação e o interesse para potenciais investidores nesta área social em que, apesar de muito se ter feito, ainda são enormes as carências.
      O dia 8 , dia da Imaculdada, terminará com a recitação do Terço pelas 16, 30 horas.
Esta exposição continuará aberta nos fins de semana de 10, 11, 17 e 18 de Dezembro dando, assim, oportunidade a outras pessoas passarem por lá, conhecer melhor uma das casas onde a Irmã Lúcia viveu alguns anos, admirar o espaço envolvente e tomar contacto com uma nova realidade que dá os primeiros passos no Bom Jesus de Braga.




quarta-feira, 18 de maio de 2011

A terceira aparição do Anjo


Passou-se bastante tempo e fomos pastorear os nossos rebanhos para uma propriedade de meus pais que fica na encosta do já mencionado monte, um pouco mais acima dos Valinhos. É um olival a que chamávamos Prégueira. Depois de termos merendado, combinámos ir rezar na gruta que ficava a outro lado do monte.

Demos, para isso, uma volta pela encosta e tivemos que subir uns rochedos que ficam ao cimo da Prégueira. As ovelhas conseguiram passar com muita dificuldade.

Logo que aí chegámos, de joelhos, com os rostos em terra, começámos a repetir a oração do Anjo: Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos, etc. Não sei quantas vezes tínhamos repetido esta oração, quando vemos que sobre nós brilha uma luz desconhecida.

Erguemo-nos para ver o que se passava e vemos o Anjo (A terceira e última aparição do Anjo), tendo em a mão esquerda um Cálix, sobre o qual está suspensa uma Hóstia, da qual caem algumas gotas de Sangue dentro do Cálix. O Anjo deixa suspenso no ar o Cálix, ajoelha junto de nós, e faz-nos repetir três vezes:

– Santíssima Trindade, Padre, Filho, Espírito Santo, adoro--Vos profundamente e ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço--Vos a conversão dos pobres pecadores.

Depois levanta-se, toma em suas mãos o Cálix e a Hóstia. Dá-me a Sagrada Hóstia a mim e o Sangue do Cálix divide-O pela Jacinta e o Francisco (Francisco e Jacinta ainda não tinham feito a sua primeira comunhão. Nem por isso consideraram esta como comunhão sacramental), dizendo ao mesmo tempo:

– Tomai e bebei o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.

E prostrando-se de novo em terra, repetiu connosco outras três vezes a mesma oração: Santíssima Trindade... etc., e desapareceu.

Nós permanecemos na mesma atitude, repetindo sempre as mesmas palavras; e quando nos erguemos, vimos que era noite e, por isso, horas de virmos para casa.

quinta-feira, 17 de março de 2011

SEGUNDA APARIÇÃO DO ANJO


Passado bastante tempo (Foi a segunda aparição do Anjo), em um dia de verão, em que havíamos ido passar a sesta a casa, brincávamos em cima dum poço que tinham meus pais no quintal a que chamávamos o Arneiro.

(No escrito sobre a Jacinta, também já falei a Vossa Excelência deste poço).

De repente, vemos junto de nós a mesma figura ou Anjo, como me parece que era, e diz:

– Que fazeis? Orai, orai muito. Os Corações Santíssimos de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente, ao Altíssimo, orações e sacrifícios.

– Como nos havemos de sacrificar? – Perguntei.

– De tudo que puderdes, oferecei a Deus sacrifício em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e súplica pela conversão dos pecadores. Atraí assim, sobre a vossa Pátria, a paz.

Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai, com submissão, o sofrimento que o Senhor vos enviar.

Explicações dadas pela Irmã Lúcia

Começo, pois, a minha nova tarefa e cumprirei as ordens de Vossa Excelência e os desejos do Senhor Dr. Galamba. Exceptuando a parte do segredo que, por agora, não me é permitido revelar, direi tudo; advertidamente não deixarei nada. Suponho que poderão esquecer-me apenas alguns pequenos detalhes de mínima importância.

Às quatro primeiras Memórias da Irmã Lúcia, escritas por ordem do Bispo de Leiria, José Alves Correia da Silva

A segunda deveu ser no pino do Verão, nesses dias de maior calor, em que íamos com (os) rebanhos para casa, no meio da manhã, para os tornar a abrir só à tardinha.

Fomos, pois passar as horas da sesta à sombra das árvores que cercavam o poço já várias vezes mencionado. De repente, vimos o mesmo Anjo junto de nós.

– Que fazeis? Orai! Orai muito! Os Corações de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios.

– Como nos havemos de sacrificar? – perguntei.

– De tudo que puderdes, oferecei um sacrifício em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, sobre a vossa Pátria, a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai com submissão o sofrimento que o Senhor vos enviar.

Estas palavras do Anjo gravaram-se em nosso espírito, como uma luz que nos fazia compreender quem era Deus, como nos amava e queria ser amado, o valor do sacrifício e como ele Lhe era agradável, como, por atenção a ele, convertia os pecadores. Por isso, desde esse momento, começamos a oferecer ao Senhor tudo que nos mortificava, mas sem discorrermos a procurar outras mortificações ou penitências, excepto a de passarmos horas seguidas prostrados por terra, repetindo a oração que o Anjo nos tinha ensinado.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

13 de Fevereiro de 2011

À esquerda: as artroses da Irmã Lúcia

"FOMOS A FÁTIMA"
A ACIL decidiu organizar uma peregrinação a Fátima por ocasião do VI aniversário do falecimento da sua padroeira, Irmã Lúcia. Num autocarro cedido pela Câmara Municipal de Braga, saimos daqui 41 pessoas às 6,45 horas do dia 13. Depois de passarmos por Guimarães para acolher mais alguns amigos, fizemos uma curta paragem em Vila da Feira para tomar o pequeno almoço. De novo na estrada, rezamos o terço tão recomendado pela Virgem Maria aos três Pastorinhos. Chegamos a Fátima às 11,40. Estava chuva e frio. Dirigimo-nos para a Igreja da Santíssima Trindade onde participamos na Eucaristia das 12 horas.

Apreciamos um cerimonial muito bem preparado assim como as leituras e homilia. Não gostamos de boa parte dos cânticos por serem demasiado complicados, longos, desconhecidos e com uma tessitura demasiado alta. Aliás, nem o coro se "aprimorou". Não estava habituado, em Fátima, a esta fraca qualidade. Pode acontecer, aceito.
Depois da Eucaristia o autocarro, conduzido pelo Sr. José Carlos, levou-nos até ao restaurante "Coroa de Fátima". Fomos bem servidos e com preço acessível (para peregrinos). Depois de visitarmos os túmulos dos três Pastorinhos fomos, rapidamente, ver uma exposição sobre a Irmã Lúcia, na Domus Carmeli. Foram muito simpáticos.
A hora avançava e, no regresso, não queríamos deixar de visitar o Carmelo de Coimbra onde viveu 57 anos a Irmã Lúcia. Aí tivemos a oportunidade de conhecer bastantes objectos de uso pessoal da Vidente. Digamos que ficamos a conhecer a Instituição a que queremos dar vida dando-a a conhecer.
A partir daí só podíamos tomar o caminho de Braga pois a noite aproximava-se. Não quisemos "gastar" o tempo sem um objectivo. Assim, já que não podemos, nem temos vocação, para a vida contemplativa Carmelitana, quisemos, pela oração de Vésperas, associar-nos a elas e a toda a Igreja orante a fim de que Deus continue a ter paciência com os desvarios da humanidade.
Creio que todos ficaram com vontade de fazer mais "caminhadas" deste género e de partilhar com outros a experiência de oração e companheirismo que tivemos.
Parabéns a quem participou, a quem teve a ideia e a quem contribuiu para a sua concretização.




terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CONFISSÕES DE SANTO AGOSTINHO


Tarde te amei, beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! E eis que estavas dentro de mim e eu fora, e aí te procurava, e eu, sem beleza, precipitava-me nessas coisas belas que tu fizeste.

Tu estavas comigo e eu não estava contigo. Retinham-me longe de ti aquelas coisas que não seriam, se em ti não fossem. Chamaste, e clamaste, e rompeste a minha surdez; brilhaste, cintilaste, e afastaste a minha cegueira; exalaste o teu perfume , e eu respirei e suspiro por ti; saboreei-te , e tenho fome e sede ; tocaste-me, e inflamei-me no desejo da tua paz.

Quando estiver unido a ti por todo o meu ser, não existirá para mim em parte alguma dor e labor , e viva será a minha. Apesar de a edição adoptada ter optado pela lição flagrasti, traduzimos por ‘exalaste o teu perfume’ e não por ‘incendiaste-me de amor’, dada a sequência dos cinco sentidos: ouvido, vista, cheiro, sabor, tacto.

Agora, porém, porque tu levantas aquele a quem enches de ti, eu sou um peso para mim mesmo, porque de ti não estou cheio. As minhas alegrias, dignas de pranto, litigam com as minhas tristezas, dignas de júbilo, e eu não sei de que lado está a vitória. Ai de mim, Senhor, compadece-te de mim! Ai de mim! Eis que não oculto as minhas feridas: tu és o médico, eu estou doente; tu és misericordioso, eu sou um miserável. Acaso a vida humana sobre a terra não é uma provação? Quem deseja desgraças e dificuldades?

Mandas suportá-las, não amá-las. Ninguém ama o que suporta, embora ame suportar. Ainda que se alegre em suportar, prefere, todavia, que nada haja que suportar. Desejo a prosperidade na adversidade, e receio a adversidade na prosperidade. Que meio termo existe entre elas, onde a vida humana não seja uma provação? Ai das prosperidades mundanas, uma e outra vez, por causa do receio da adversidade e por causa da corrupção da alegria! Ai das adversidades mundanas, uma, duas e três vezes, por causa do desejo de prosperidade e, porque é dura a própria adversidade, oxalá não quebrante a capacidade de suportar! Acaso a vida humana sobre a terra não é uma provação sem nenhuma pausa?

E toda a minha esperança não está senão na imensidão da tua misericórdia. Concede-me o que ordenas e ordena-me o que queres. Exiges de nós a continência. Diz alguém: E sabendo eu que ninguém pode ser continente se Deus não lho conceder, era já fruto da sabedoria o saber de quem era este dom. Efectivamente, pela continência saímos da dispersão e somos reconduzidos à unidade, da qual nos dissipámos em muitas coisas. Na verdade, ama-te menos aquele que, ao mesmo tempo que a ti, ama alguma coisa, que não ama por causa de ti. Ó amor que ardes continuamente e nunca te extingues, caridade, ó meu Deus, inflama-me! Ordenas a continência: concede-me o que ordenas e ordena-me o que queres.

JOÂO PAULO II- BEATIFICAÇÃO









O processo de beatificação de João Paulo II conheceu um novo avanço com a validação de um milagre atribuído ao anterior papa, noticiou hoje o diário italiano "Il Giornale".

De acordo com o diário "Il Giornale" e a agência de informação religiosa i.media, que citam fontes próximas da comissão liderada pelo médico particular de Bento XVI, Patrizio Polisca, foi validado o milagre necessário para prosseguir o processo de beatificação de João Paulo II. O Il Giornale afirmou que a validação do milagre aconteceu "antes do fim de 2010".

A cura da religiosa francesa Marie Simon-Pierre, que padecia de Parkinson, tal como João Paulo II, foi considerada milagrosa, referiram. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, recusou fazer qualquer comentário, explicando que só falará quando houver um decreto assinado pelo papa.

O processo, também estudado por teólogos, deverá ser em breve examinado pela comissão de cardeais e bispos membros da Congregação para a Causa dos Santos. A reunião está prevista "para meados de Janeiro", afirmou Andrea Tornielli, especialista do Giornale, adiantando que a beatificação de João Paulo II poderá acontecer "antes do Verão".

Esta decisão está dependente apenas de Bento XVI, a quem compete assinar o decreto que valida o milagre e decidir a data de beatificação do papa polaco. Depois de beatificado e para que se torne santo, um segundo milagre deverá ser atribuído a João Paulo II.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A IMPORTÂNCIA DE REZAR O TERÇO TODOS OS DIAS




Logo na primeira aparição, a 13 de Maio de 1917, Nossa Senhora disse em Fátima:

"Rezem o Terço todos os dias".

Ela desceu sobre os braços da azinheira, na Cova da Iria – Fátima, Portugal e deixou uma mensagem do Alto.

Em cada uma das seis aparições, Nª. Senhora especificamente pediu para se rezar o terço.

Este aspecto da sua mensagem não podia ter sido mais realçado.

13 de Maio de 1917:

"Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra."

13 de Junho de 1917:

"Quero que rezeis o terço todos os dias."

13 de Julho de 1917:

"Quero que continuem a rezar o terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela Ihes poderá valer."

19 de Agosto de 1917:

"Quero que continueis a rezar o terço todos os dias."

13 de Setembro de 1917:

"Continuem a rezar o terço, para alcançarem o fim da Guerra."

13 de Outubro de 1917:

"Sou a Senhora do Rosário. Quero que continuem sempre a rezar o terço todos os dias."

As Aparições de Pontevedra e Tuy:


Anos mais tarde, quando Lúcia já era uma irmã religiosa de St. Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe outra vez em Espanha, no Convento de Pontevedra, no dia 10 de Dezembro de 1925. Ao seu lado, subindo numa nuvem de luz, estava o Menino Jesus. A sagrada Virgem pousou a sua mão no ombro de Lúcia, enquanto na outra segurava um coração rodeado de espinhos. Ao mesmo tempo, o menino Jesus dizia o seguinte: “Tem compaixão do Coração da tua Santíssima Mãe, que está coberto de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos Lhe cravam sem haver quem faça um acto de reparação para os tirar”. Depois, a Santíssima Virgem pediu a devoção dos CINCO PRIMEIROS SÁBADOS. O pedido consistia em: rezar o terço, meditar nos Mistérios do terço, confessar e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Seu Imaculado Coração.

No dia 15 de Fevereiro de 1926, o Menino Jesus apareceu novamente a Lúcia, perguntando-lhe se já tinha difundido a devoção à sua Santíssima Mãe. Lúcia contou-Lhe as dificuldades que algumas pessoas tinham em se confessar ao Sábado e perguntou se seria válido fazê-lo cada oito dias. Jesus respondeu: “Sim; pode ser de muitos mais ainda, contanto que, quando Me receberem, estejam em graça e que tenham a intenção de desagravar o Imaculado Coração de Maria”. Questionado sobre aqueles que se esquecem de formar esta intenção, Jesus respondeu: “Podem formá-la na outra confissão seguinte, aproveitando a primeira ocasião que tiveram de se confessar”.

A última visão foi concedida à Irmã Lúcia no dia 13 de Junho de 1929, no Convento de Tuy, Espanha. A Irmã Lúcia encontrava-se sozinha na capela do convento, á noite, a rezar a
ORAÇÃO DO ANJO, quando, de repente, toda a capela se iluminou com uma luz sobrenatural, e sobre o Altar apareceu uma cruz de luz, que chegava até ao tecto. Numa luz mais clara, viu, na parte superior da cruz, um face de homem com corpo até à cinta, sobre o peito uma pomba, também de luz, e, pregado na cruz, o corpo de outro homem. Um pouco abaixo da cinta, suspenso no ar, a Irmã Lúcia viu um Cálice e uma Hóstia grande, sobre a qual caíram algumas gotas de sangue que corriam pelas faces do Crucificado e duma ferida do peito. Escorregando pela Hóstia, essas gotas caíam dentro do Cálice. Sob o braço direito da cruz estava Nossa Senhora. (Era Nossa Senhora de Fátima com o Seu Imaculado Coração na mão… na mão esquerda, sem espada, nem rosas, mas com uma coroa de espinhos e chamas). Sob o braço esquerdo, umas letras grandes, como se fossem de água cristalina que corria para cima do Altar, formavam as palavras “Graça e Misericórdia”. A Irmã Lúcia compreendeu que lhe estava a ser mostrado o mistério da Santíssima Trindade. Foi nessa altura que Nossa Senhora informou Lúcia de que tinha chegado o momento de informar a Santa Igreja sobre o Seu desejo da Consagração da Rússia e da Sua promessa de a converter. Este pedido foi anunciado durante a Aparição do dia 13 de Julho de 1917, naquilo que chamamos de "SEGREDO DE FÁTIMA".

Os Papas recomendam o Rosário:

Pio IX: “Assim como São Domingos se valeu do Rosário como de uma espada para destruir a nefanda heresia dos albigenses, assim também hoje os fiéis exercitando o uso desta arma — que é a reza quotidiana do Rosário — facilmente conseguirão destruir os monstruosos erros e impiedades que por todas as partes se levantam” (Encíclica Egregiis, de 3 de Dezembro de 1856).

Leão XIII: “Queira Deus — é este um ardente desejo Nosso — que esta prática de piedade retome em toda parte o seu antigo lugar de honra! Nas cidades e aldeias, nas famílias e nos locais de trabalho, entre as elites e os humildes, seja o Rosário amado e venerado como insigne distintivo da profissão cristã e o auxílio mais eficaz para nos propiciar a divina clemência” (Encíclica Jucunda semper, de 8 de Setembro de 1894).

São Pio X: “O Rosário é a mais bela e a mais preciosa de todas as orações à Medianeira de todas as graças: é a prece que mais toca o coração da Mãe de Deus. Rezai-o todos os dias”.

Bento XV: “A Igreja, sobretudo por meio do Rosário, sempre encontrou n’Ela a Mãe da graça e a Mãe da misericórdia, precisamente conforme tem o costume de saudá-La. Por isso, os Romanos Pontífices jamais deixaram passar ocasião alguma, até o presente, de exaltar com os maiores louvores o Rosário mariano, e de enriquecê-lo com indulgências apostólicas”.

Pio XI: “Uma arma poderosíssima para pôr em fuga os demónios.... Ademais, o Rosário de Maria é de grande valor não só para derrotar os que odeiam a Deus e os inimigos da Religião, como também estimula, alimenta e atrai para as nossas almas as virtudes evangélicas” (Encíclica Ingravescentibus malis, de 29 de Setembro de 1937).

Pio XII: “Será vão o esforço de remediar a situação decadente da sociedade civil, se a família, princípio e base de toda a sociedade humana, não se ajustar diligentemente à lei do Evangelho. E nós afirmamos que, para desempenho cabal deste árduo dever, é sobretudo conveniente o costume do Rosário em família” (Encíclica Ingruentium malorum, de 15 de Setembro de 1951).

João XXIII: “Como exercício de devoção cristã, entre os fiéis de rito latino,.... o Rosário ocupa o primeiro lugar depois da Santa Missa e do Breviário, para os eclesiásticos, e da participação nos Sacramentos, para os leigos” (Carta Apostólica Il religioso convegno, de 19 de Setembro de 1961).

Paulo VI: “Não deixeis de inculcar com toda a diligência e insistência o Rosário mariano, forma de oração tão grata à Virgem Mãe de Deus e tão frequentemente recomendada pelos Romanos Pontífices, pela qual se proporciona aos fiéis o mais excelente meio de cumprir de modo suave e eficaz o preceito do Divino Mestre: ‘Pedi e recebereis, buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á’ (Mt. 7, 7)” (Encíclica Mense Maio, de 19 de Abril de 1965).

João Paulo II: “O Rosário, lentamente recitado e meditado — em família, em comunidade, pessoalmente — vos fará penetrar pouco a pouco nos sentimentos de Jesus Cristo e de sua Mãe, evocando todos os acontecimentos que são a chave de nossa salvação” (Alocução de 6 de Maio de 1980).

Bento XVI: Oração do Terço permite-nos fixar o nosso olhar e o nosso coração em Jesus, como sua Mãe, modelo insuperável da contemplação do Filho", (Fátima 12 de Maio 2010)

O Rosário é a oração mais querida pela Mãe de Deus, (Vaticano, 10 Out. 10)

NOTA:

Que posso eu acrescentar ao que já foi dito. Nada, mesmo nada.

Nossa Senhora pediu por seis vezes em Fátima.

Confirmou em Tuy e Pontevedra em Espanha.

Vai pedindo em todas as aparições por todo o mundo.

Neste ano de 2011 vamos dar início ao nosso compromisso de rezar o terço todos os dias.

Todos os meses na primeira semana e em cada um desses dias dias da semana enviarei as meditações e intenções do Papa para esse mês.

Na primeira página as orações:

Na segunda página as meditações do terço:

JC2011